NEUROCIÊNCIA COGNITIVA: POR QUE ELEITORES AVALIAM DIFERENTEMENTE OS MESMOS FATOS?

A neurociência cognitiva e a psicologia política auxiliam na compreensão do processamento das informações políticas, evitando diagnósticos errôneos de líderes e eleitores. O raciocínio motivado leva à avaliação assimétrica de informações. Revisões recentes abordam a polarização política, destacando a influência de forças sociais e comunicativas. Mecanismos como viés de confirmação e polarização afetiva manifestam-se na defesa de identidades grupais. Para minimizar esses vieses, propõem-se medidas como transparência, auditorias independentes e proteção a denunciantes, visando fortalecer instituições.

Corrupção judicial e crise do Estado de Direito: erosão democrática e destruição da confiança pública

O artigo analisa a corrupção no Poder Judiciário, destacando seu impacto negativo nos princípios do Estado de Direito, especialmente em tribunais superiores. A corrupção judicial é apresentada como uma apropriação privada da autoridade pública, prejudicando a igualdade perante a lei e a efetividade da justiça. A análise relaciona a Constituição Federal, convenções internacionais e princípios éticos para propor um entendimento que separa independência judicial de imunidade. Ressalta a necessidade de controles rigorosos, transparência e responsabilização efetiva, além de enfatizar como a corrupção judicial pode corroer a confiança pública e agravar desigualdades sociais e econômicas. A conclusão sugere que tal corrupção exige ações institucionais robustas para preservar a integridade e a legitimidade do sistema judiciário.