Comunicação Ativa: O Papel das Emoções, da Mensagem, do Orador e do Auditório.

A conversa é a base da comunicação e deve contribuir construir confiança mútua e até mesmo detectar problemas antes que eles se tornem sérios. O orador deve selecionar as palavras adequadas e posição e a sequência em que cada argumento aparece na apresentação. Portanto, a comunicação está no centro da formação de nossas relações  sociais, profissionais e interpessoais. O sucesso dos  relacionamentos ocorre por meio de comunicação verbal e não verbal. Consequentemente, a comunicação verbal e não-verbal constitui as bases de nossos relacionamentos pessoais, sociais e profissionais. Então, a comunicação nos capacita a interagir com outrem em vários níveis e nos ajuda a adaptar à natureza dinâmica das relações pessoais, sociais e profissionais.  A comunicação eficaz nos capacita a atender nossas expectativas em diversos níveis, especialmente porque os relacionamentos são dinâmicos e, portanto, estão sempre mudando.

A comunicação é a chave para construir relacionamentos que atendam às necessidades emocionais, interpessoais, sociais e profissionais. Os relacionamentos sociais e profissionais atendem às nossas necessidades em diversos níveis, mas precisamos desenvolver boas estratégias de comunicação para que os relacionamentos atingem os fins desejados.

O orador e o ouvinte precisam conhecer seus interesses e objetivos e idênticas as estratégias que devem usar para atingi-los. A preparação focada no objetivo, nos interesses e no contexto aumentará as chances de bons resultados. Ademais, o orador deve persuadir o ouvinte a envolver-se pessoalmente na busca de solução que satisfaça a ambos os lados. Um bom ouvinte coloca-se ao lado do seus interlocutor, fazendo perguntas abertas e encorajando-o a expor tudo o que é essencial para entender os interesses, as necessidades e os objetivos em jogo. Entre outras qualidades, a comunicação ativa ajuda a construir confiança, a fazer muitas perguntas adequadas e a explorar as diferenças.

Os oradores devem criar conexão mental e emocional com púbico ou interlocutor para criar ambiente adequada para a prática da escuta ativa. O orador deve preocupar em atrair a atenção total de seu auditório ou ouvinte.

Na comunicação, as emoções desempenham um papel importante. Guiado pelas emoções, seu comportamento não-verbal afeta a compreensão de outras pessoas e como elas o entendem e percebem. Portanto, gerencia as emoções adequadamente. Se orador e ouvinte não estiverem cientes dos sentimentos e emoções, eles poderão ser guiados para questões que os distanciam dos objetivos em jogo e não serão capazes de expressar suas necessidades e experiências. Isso pode resultar em frustração, mal-entendidos e conflitos.

A emoção tem uma influência substancial nas relações humanos e nos processos cognitivos em humanos, como percepção, atenção, raciocínio e resolução de problemas. A emoção modula o que vemos, como vemos e como reagimos, motivando, portanto as ações e os comportamentos. Assim,  gerenciamento eficaz das emoções fornece ferramentas para entender os outros, a si mesmo e as mensagens que as pessoas compartilham e processam, e como as interpretam.

As informações são eficazmente compreendidos quando entendemos  o que uma resposta emocional está comunicando. Assim, o gerenciamento adequado das emoções permite as pessoas  respondam positivamente as informações e argumentos.   Então, o gerenciamento adequado das emoções capacita as pessoas a buscar respostas  que contribuem para a resolução de conflitos e busca de soluções mutuamente satisfatórias, melhorando as relações pessoais, sociais e profissionais.

Assim, quando percebemos o papel das emoções em decisões, podemos tomar melhores decisões e ter vidas mais ricas e saudáveis. Como em qualquer outro domínio da vida,  entender o papel das emoções nos processos de comunicação nos prepara para ser melhores oradores e melhores ouvintes, porque as emoções potencializam nossas ações e respostas a eventos potencialmente conflituosos. As emoções comunicam aos outros nossos verdadeiros sentimentos e interesse. Assim, as emoções comunicam estados mentais importantes. Com consequência, os comunicadores não podem ignorar ou suprimir as respostas emocionais, mas podem gerenciá-las de forma a encontrar respostas adequadas, visto que as emoções podem nos levar a tomar ações de que precisamos em qualquer circunstância da vida. Dessarte, o gerenciamento das emoções nos capacita tomar decisões mais eficaz para cada situação e, portanto, temos de estar cientes de como nossas emoções estão modulando nossas palavras, reações, ações e comportamentos. As emoções comunicam necessidades não atendidas e, nesse caso, afetam negativamente os relacionamentos e os processos comunicativos em geral.

As emoções nos ajudam a identificar quando os comportamentos e atitudes precisam  mudar para que os intercâmbios de ideais e pensamento posam atingir os objetivos desejados. Portanto, os oradores e os auditórios e ouvintes precisam identificar o papel das emoções nos processo de emissão e recepção dos argumentos.

Então, boa habilidade comunicação ajuda-nos a superar as diversidades e conflitos, a construir confiança e respeito e a encontrar resoluções criativas para os problemas. Por isso, desenvolver uma comunicação forte e eficaz deve ser uma das principais prioridades de todas a pessoas em sociedades complexas como a nossa.

Oradores habilidosos são respeitosos e buscam entender os pontos de vista e argumentos da contraparte. A comunicação ativa é sempre clara, objetiva, concisa e direta. As pessoas com atitudes positivas concentram-se em moldar o futuro por meio de atitudes, comportamentos e ações no aqui e agora.

Saber ouvir é o ponto crítico da comunicação eficaz.  A escuta ativa implica ouvir o interlocutor com todos os sentidos, evitando julgamentos e ataques. A empatia pode ser um componente essencial da escuta ativa, porque aumenta a possibilidade de compreensão do ponto de vista do outro. Depois de entender o ponto de vista do outro completamente e sem vieses, o receptor estará em melhores condições de apresentar argumentos  e contra-argumentos para enfrentar os erros ou deficiências do ponto de vista da contraparte ou do orador. O ouvinte deve demonstrar que está vividamente interessado em ouvir os argumentos da contraparte.

Bons oradores ouvem com empatia, que é a capacidade de entender os sentimentos, pensamentos, necessidades e interesses  de outra pessoa. A empatia ajuda a ver as coisas da perspectiva dos outros. Pensam antes de falar e se colocam na posição ouvinte e do auditório. Seja autêntico, seja honesto e sincero. As pessoas inautênticas não possuem credibilidade. Bons ouvintes obtém uma compreensão clara da perspectiva e dos interesses de outra pessoa. Ouvir com atenção promove confiança, respeito, abertura e alinhamento.

O orador ou negociado deve conhecer a personalidade, metas e objetivos do seu interlocutor ou do auditório. As pessoas precisam confiar em auditório. O orador deve buscar sintonia entre as palavra e as ações, comunicando-se com credibilidade. A boa reputação é muito importante para suas relações interpessoais.

O orador dever certificar-se de que suas palavras e ações sejam consistentes, evitando contradições. Deve promover um diálogo respeitoso e um debate produtivo e trabalhar de forma produtiva para chegar aos resultados almejados. Assim, a escuta ativa garante uma compreensão completa do que a outra pessoa deseja transmitir.

Antes de começar a negociar, o orador ou negociador dever trocar algumas informações pessoais com seus interlocutores ou ouvintes e deve identificar eventuais semelhanças que compartilha com sua contraparte  ou auditório. Pesquisas mostram que 90% das pessoas que adotam essa estratégia chegam a resultados bem-sucedidos. Portanto, tente identificar os pontos e o traços de semelhança que você compartilha com seu interlocutor ou contraparte, faça elogios genuínos e faça gentilizas antes de começar a falar ou negociar. A comunicação bem-sucedida implica compartilhar informações e compreender os sentimentos e necessidades que as pessoas estão tentando comunicar.

O negociador deve ainda usar estilo de acordo com o contexto. O Estilo da apresentação está relacionado ao processo de determinar como devemos apresentar os argumentos, incluindo a ordem de apresentação, devendo sempre preferir linguagem simples e direta. O estilo deve ser determinado de acordo com o interlocutor, isto é, a audiência ou auditório, o tipo de apresentação e os interesses envolvidos. Em reuniões de negócios, por exemplo, os oradores devem usar estilos simples e direto. Os argumentos devem apoiar-se em informações e dados concretos, sem apelos emocionais fortes. A linguagem tem de ser simples, para que todos possam acompanhar a exposição ou apresentação com facilidade. A linguagem simples e acessível tende a produzir comunicação eficaz.

A comunicação inteligente requer que o emissor da mensagem organize as ideais, informações e dados, isto é, o conteúdo da apresentação, de forma que seja fácil para o receptor da mensagem acompanhar com interesse e atenção. Em um relacionamento cooperativo e com comunicação ativa, as expectativas e concessões são equilibradas, o que geralmente leva a negociações bem-sucedidas. A comunicação adequada pode alcançar com mais cooperação, compromisso e confiança, que são importantes dimensões interpessoais e psicológicas que ajudam a construir acordos e relacionamentos vantajosos para todas as partes, porque resultam em satisfação alta e atendem as necessidades e interesses importantes em jogo.

Ademais,  os negociadores, e oradores em geral, devem adotar elevado padrão ético, porque atuar de forma ética é a melhor demonstração de respeito ao interlocutor ou negociador. Não subestime sua contraparte. As consequências de comportamentos antiéticos, como mentir, podem ser desastrosos para os relacionamentos.  Comportamentos antiéticos podem arruinar a reputação das pessoas e destruir os relacionamentos. Portanto, seja transparente, não minta nem blefe.

Ao se comunicar de forma eficaz em qualquer esfera ou domínio da vida, é recomendável que o orador ou emissor se expresse com propósito e clareza. Use empatia e esteja consciente de que a comunicação inteligente e eficaz pode contribuir para transformar vidas e encontrar soluções adequadas para qualquer dimensão das relações humanas.

A preparação ajuda a pensar cuidadosamente em todas as informações e dados que devem ser compartilhados. Faça anotações e esteja certo de que todos os pontos essenciais do discurso foram examinados em detalhes. Em síntese, antes de começar a elaborar o discurso, com a escolha das palavras, estilo e os argumentos adequados, conheça seu interlocutor ou seu auditório.

Investigue o máximo que puder sobre seus ouvintes, porque eles vão determinar a escolha de suas palavras, argumentos, estilo de apresentação e o nível de informação e dados a compartilhar. Então, o orador deve preocupar não só com a preparação da mensagem ou do discurso, mas também com o público, uma vez qua as mensagens devem ser preparadas para um público determinado. Assim, a preparação da mensagem e o conhecimento adequado do seu público ou destinatário da mensagem são a chave para a comunicação inteligente e eficaz.

O orador deve estar ciente de que pessoas diferentes recebem a mesma mensagem de forma diferente. Portanto, a idade, a raça, a etnia, o gênero, o estado civil, a renda, o nível educacional, o conhecimento que o auditório possui sobre o assunto e a experiência profissional afetam a forma como as mensagens são recebidas e interpretadas.

Então, se o emissor levar em conta seu público e o contexto em que as mensagens são transmitidas, além dos objetivos da mensagem, o ouvinte irá dar toda a sua atenção em resposta a mensagens “personalizadas”. Os fatos e informações e argumentos devem ser organizados de maneira a atingir seu objetivo, priorizando sempre uma comunicação clara e eficaz. Cumpre salientar que uma mensagem persuasiva é uma mensagem baseada em fatos, dados concretos, estatísticas e argumentos sólidos.

Tudo deve ser cuidadosamente organizado para que o auditório ou ouvinte compreenda fácil e rapidamente a mensagem e seus objetivos. Não somente o estilo, as palavras e argumentos são relevantes, mas também qualidade e confiabilidade dos dados e das informações são cruciais para a comunicação eficaz. É importante que o falante tenha clareza sobre os objetivo gerais, os objetivos específicos, os interesses,  as necessidades e as motivações em jogo.

Durante a apresentação ou fala, perceba os feedbacks e adapte-se a eles. Assim, o orador deve fazer a leitura do interlocutor ou do auditório para identificar seus interesses e motivações. Isso permite que o orador faça adaptações na fala e seja flexível em relação ao roteiro previsto.

Adicionalmente, os oradores e falantes em geral precisam demonstrar credibilidade e confiança. O auditório e o interlocutor ou a contraparte  devem confiar no falante.  Portanto, transmita credibilidade e confiança. A linguagem eficaz, simples e direta pode ajudar na clareza dos pensamentos e no aumento da credibilidade. Além de transmitir confiança e credibilidade, mantenha contato visual com o público ou com seus interlocutores. Mantenha-se focado em envolver seu público com a mensagem, usando argumentos claros e objetivos.  

Os oradores precisam fazer-se entender e, naturalmente,  precisam entender o outro. Esse processo prepara os negociadores para construir resultados que satisfaçam todas as partes. Portanto, a escuta ativa e a fala ativa são estilos de comunicação que incentivam as partes  a cooperar e, naturalmente, conduzem os interlocutores a encontrar soluções que atendam todos os interesses envolvidos.   

As pessoas podem trabalhar para aperfeiçoar quaisquer aspectos de suas vidas por meio  da comunicação eficaz. Então, desenvolver boas habilidades de  comunicação é melhor investimento para relacionamentos bem-sucedidos. Então, é melhor investir toda a energia, o tempo, os sentimentos e as emoções para aperfeiçoar as habilidades de comunicação, porque a boa comunicação nos ajuda a entender, a ver melhor a realidade e nos ajuda a decidir o que devemos fazer quando as mudanças forem necessárias. A boa comunicação evita que os relacionamentos se formem ou se desenvolvem com base em mal-entendidos ou em percepções equivocadas.

A comunicação deve contribuir para que as relações fluam de forma natural e incentive as partes a compartilhar informações. A comunicação inteligente tem como objetivo construir  e consolidar relacionamentos. Deve encorajar a contraparte a compartilhar informações e dados necessários para atender aos interesses das partes e a fluidez das negociações e de qualquer outra relação intersubjetiva.

Ouvir atentamente também pode criar um ambiente no qual todos se sintam seguros para expressar ideias, opiniões e sentimentos ou planejar e resolver problemas de maneira criativa.

A boa comunicação implica, portanto, escuta ativa e fala ativa. As palavras importam em qualquer relação humana bem-sucedida. Assim, o orador dever selecionar as palavras certas e expô-las de maneira que possam transmitir as mensagens eficazmente. Ouvir gentilmente e selecionar as palavras e argumentos adequadamente ajudam a estreitar as relações interpessoais. O orador deve, portanto, “ouvir” o auditório com atenção e expor os fatos e informações verdadeiras, porque os negociadores e oradores em geral precisam de sua credibilidade para convencer o ouvinte a aceitar determinado ponto de vista ou termos do acordo. A confiança é crucial. Portanto, ancorado em sua credibilidade, bons comunicadores são mais eficientes em resolver problemas e, consequentemente, possuem habilidades superiores na resolução de conflitos.

O orador deve identificar público e ouvir suas motivações, necessidades e desejos.  Para isso, a mensagem deve ser clara, correta, completo, concisa e revelar educação e compassividade. O Emissor deve observar essas características de comunicação para entregar com sucesso sua mensagem e obter os resultados esperados. 

A mensagem deve ser transmitida pelo canal mais adequado para cada tipo de situação, considerando que a comunicação cara a cara é a mais eficiente. Dessa forma, ao identificar o público e suas motivações e necessidades, ao praticar a escuta ativa e preparar o discurso e o estilo da apresentação, ao escolher o meio, o processo ou ambiente adequado para cada tipo de negócio ou relacionamento, o comunicador ou orador  estará no caminho certo para praticar a comunicação inteligente e eficaz.

Para isso, o orador deve ter muito cuidado com sua seleção de palavras e o conteúdo dos argumentos para que seus interlocutores se envolvam em processo de escuta ativa e inteligente. Nesse contexto de expressar-se eficazmente, o orador deve ter informações sobre os interesses e motivações de seu interlocutor. Assim, entendendo adequadamente seu interlocutor, o orador deve preparar-se, organizando e abordando a fala de acordo com o interlocutor ou auditório específico. O contato visual com o interlocutor ou auditório é indispensável para  criar um impacto positivo. Dessarte, o orador tem o dever de entender as necessidades e interesses de seu interlocutor ou contraparte em uma negociação para planejar seu discurso de acordo com tais interesses e com os objetivos que o emissor da mensagem visa com a comunicação ou negociação.

O orador ou emissor da mensagem transmite algo a alguém a fim de persuadi-lo ou informa-lo sobre algo ou alguma coisa. Portanto, o orador desempenha um papel fundamental na comunicação. Assim, o orador deve usar as palavras certas, de maneira certa. Além disso, o orador seleciona o conteúdo da mensagem – dados e informações – que deseja transmitir. Assim, o orador deve preparar um conteúdo de suas mensagens cuidadosamente de modo a influenciar os ouvintes, ou auditório, para que respondam de maneira desejada ao remetente. O orador deve preparar as palavras e de modo a expressá-las de forma que o ouvinte se envolva ativamente no processo de comunicação. Portanto, o orador deve preparar a fala a fim de os ouvintes tornem-se receptivos e respondam de acordo com os objetivos do orador. 

Em conclusão, esteja consciente no papel que as emoções desempenham em qualquer relação humanada. Use empatia e seja cooperativo.  Organize o conteúdo da mensagem que deseja comunicar de acordo com o auditório e os objetivos e expectativas em jogo. Certifique-se de que as informações são transmitidas de forma simples e direta, empregando linguagem apropriada para cada público. Mais uma vez, os oradores e ouvintes devem estar consciente do poder da comunicação da linguagem corporal. Tenha em mente que o objetivo da comunicação é atender às necessidades e ao interesses humanos e, portanto, a compreensão adequadas das emoções em jogo têm um papel central.

Publicado por Vagney Palha de Miranda

VAGNEY PALHA DE MIRANDA, Bacharel em Direito Pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Especialista em Direito Constitucional, Direito Tributário e Direito Processual. Especialização em Credencial de Liderança Pública, Harvard Kennedy School; Aprenda inglês: Gramática e Pontuação avançadas, Universidade da Califórnia, Irvine; Raciocínio, Análise de Dados e Escrita, Universidade de Duke; Inglês Acadêmico: Redação, Universidade da Califórnia, Irvine; Negociação, Mediação e Resolução de Conflitos, ESSEC Business School, Paris; Habilidades de Comunicação em Inglês para Negócios, Universidade de Washington; Direito de propriedade intelectual, Universidade da Pensilvânia; Fundamentos da Psicologia Positiva, Universidade da Pensilvânia. Bom com palavras: Redação e Edição, Universidade de Michigan (Michigan Law School) Cursos de direito Comparado: Constituição Escrita da América, Universidade de Yale; Constituição não Escrita da América, Universidade de Yale. Introdução aos Principais Conceitos Constitucionais e Casos da Suprema Corte, Universidade da Pensilvânia. Uma Introdução ao Direito Americano, Universidade da Pensilvânia - PENN Law School; Direito Internacional em Ação: Investigando e Processando Crimes Internacionais, Universidade de Leiden; Direito Internacional em Ação: A Arbitragem de Disputas Internacionais, Universidade de Leiden, Holanda. Direito Internacional em Ação: Um Guia para as Cortes e Tribunais Internacionais de Haia, Universidade de Leiden, Holanda; Chemerinsky Curso de Direito Constitucional - Direitos e liberdades individuais, University of California, Irvine. Economia: Princípios Econômicos, 2017 Stanford University

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