A COMUNICAÇÃO ATIVA OU EFICAZ: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E COMUNICAÇÃO PASSIVA.

A comunicação está no centro da formação de nossas relações  sociais, profissionais e interpessoais. Então, a boa comunicação nos capacita a interagir positivamente com outrem em vários níveis e nos ajuda a adaptar à natureza dinâmica das relações pessoais, sociais e profissionais.  Por consequência a comunicação eficaz nos capacita a atender nossas expectativas em diversos níveis, especialmente porque os relacionamentos são dinâmicos e, portanto, estão sempre mudando.

No estágio inicial das interações, as pessoas avaliam umas às outras e tentam se apresentar positivamente. Dessarte, quando encontramos alguém em situações formais ou informais, examinamos a pessoa para determinar se existe conhecimento prévio e para identificar as expectativas em relação à pessoa e ao relacionamento.

O orador ou emissor da mensagem transmite algo a alguém a fim de persuadi-lo ou informa-lo sobre algo ou alguma coisa. Portanto, o orador desempenha um papel fundamental na comunicação. Assim, o orador deve usar as palavras certas, de maneira certa. Além disso, o orador seleciona o conteúdo da mensagem – dados e informações – que deseja transmitir. Assim, o orador deve preparar um conteúdo de suas mensagens cuidadosamente de modo a influenciar os ouvintes, ou auditório, para que respondam de maneira desejada ao remetente. O orador deve preparar as palavras e de modo a expressá-las de forma que o ouvinte se envolva ativamente no processo de comunicação. Portanto, o orador deve preparar a fala a fim de os ouvintes tornem-se receptivos e respondam de acordo com os objetivos do orador. 

A comunicação que ocorre entre duas pessoas pessoalmente exige que os oradores desenvolvam boa estratégias de comunicação. As pessoas precisam efetivamente desenvolver habilidades de persuasão. Para isso, os oradores devem ser claros e objetivos na comunicação de pontos de vista a fim de que o receptor possa apreender a mensagem de forma completa, evitando falhas de comunicação. Os comunicadores precisam de habilidades para transmitir suas mensagens de forma  eficaz.

Ademais, como qualquer outra habilidade, a escuta ativa e com atenção pode ser fortalecida à medida que é colocado em prática nas interações humanas. Ademais, a escuta ativa é um complexo de capacidades, como escuta ativa, fala ativa, empatia, cooperação e seleção adequada de palavras e argumentos . A comunicativa deve ser intencional e, portanto, os interlocutores devem considerar sua contraparte e todos os interesses em jogo.

Segundo Aristóteles, o orador prepara e envia a informação ou uma mensagem ao auditório para influenciá-los e fazê-los responder e agir de acordo com os objetivos esperados pelo orador. Portanto, o orador deve expressar seus pontos de vista de forma clara e direta, fazendo escolhas das palavras adequadas e expondo-as de forma  lógica e adequada. O Gerenciamento da emoções desempenha um papel importante no processo de comunicação.  O Modelo de Comunicação de Aristóteles é formado por 5 elementos básicos que são: o Orador, o Discurso, o contexto, o Público e o objetivo almejado pelo orador. Portanto, segundo Aristóteles, os oradores devem preparar seus discursos ou falas de acordo com o interlocutor ou audiência, com o contexto em que a fala ocorre e os objetivos e interesses em jogo. Portanto, na dicção de Aristóteles, o comunicador deve preparar o discurso de acordo com o contexto, com o interlocutor e com suas necessidades e interesses em jogo. Mais uma vez, as palavras devem ser selecionadas de modo a influenciar os ouvintes e  a persuadi-los a fazer algo ou aceitar algum argumento ou ponto de vista.

Os oradores, segundo Aristóteles, devem apresentar argumentos e raciocínios sólidos, explorar as emoções de acordo com a plateia ou ouvinte e usar o ESTILO adequado ao contexto. Portanto, o orador deve apresentar argumento sólidos, baseados em dados concretos e confiáveis, para convencer sua contraparte. As emoções dependem do contexto e do auditório. Assim, o orador dever explorar as emoções de acordo com o auditório a fim para persuadi-lo. Associado a tudo isso, o orador deve escolher o estilo de comunicação adequado ao contexto e ao ouvinte para a fim de persuadir e alcançar os resultados certos. Um bom estilo permite que orador destaque ideias-chave e prioriza as argumentos consistentes. O Estilo claro e cristalino deve capturar os objetivos centrais e as ideais capitais para expressá-los, comunicando eficazmente a essência do que o orador está querendo transmitir. O orador deve usar o estilo para aumentar a força do argumento. O Estilo deve ser integrado à emoção ideal que orador deseja despertar em seu público ou interlocutor. A coloração emocional adequada é parte importante da comunicação e, por conseguinte, deve ser preparada com muito cuidado.

Ao lado da exposição clara das mensagens, a escuta eficaz é ponto crítico da comunicação eficaz. Por isso, o ouvinte precisa ouvir ativamente com todos os sentidos, porque a forma como comunicamos a mensagem e como a recebemos  é mais determinante para a persuasão e compreensão do que conteúdo da mensagem. Assim, coisas como linguagem corporal e tom de voz merecem especial atenção dos oradores.

A conversa cara a cara é a base da comunicação e deve contribuir para construir confiança mútua e até mesmo detectar problemas antes que eles se tornem sérios. O orador deve selecionar as palavras adequadas e posição e a sequência em que cada argumento aparece na apresentação.

A comunicação assertiva e a escuta ativa se correlacionam positivamente. A comunicação assertiva é direta, mas respeitosa. Com isso, o orador assertivo reconhece que a outra pessoa tem interesses, motivações, necessidade e preocupações, resultando em comportamentos recíprocos. Dessarte, o orador assertivo tem atitude de negociador ou orador que aprecia os resultados que beneficiam todos os  lados, reconhecendo as necessidades da outra pessoa.

Os oradores precisam fazer-se entender e, naturalmente,  precisam entender o outro. Esse processo prepara os negociadores para construir resultados que satisfaçam todas as partes. Portanto, a escuta ativa e a fala ativa são estilos de comunicação que incentivam as partes  a cooperar e, naturalmente, conduzem os interlocutores a encontrar soluções que atendam todos os interesses envolvidos.   

A escuta ativa contribui para aumentar a produtividade, o aprendizado, a eficácia das negociações, a cooperação mutua e, finalmente, contribui para construir  relacionamentos são mais fortes em qualquer domínio das relações humanas. Por conseguinte, a escuta ativa implica que o ouvinte compreende ativamente as informações dadas. O ouvinte escuta com interesse e fornece feedback útil.

Investigue o máximo que puder sobre seus ouvintes, porque eles vão determinar a escolha de suas palavras, argumentos, estilo de apresentação e o nível de informação e dados a compartilhar. Então, o orador deve preocupar não só com a preparação da mensagem ou do discurso, mas também com o público, uma vez qua as mensagens devem ser preparadas para um público determinado. Assim, a preparação da mensagem e o conhecimento adequado do seu público ou destinatário da mensagem são a chave para a comunicação inteligente e eficaz.

Além de transmitir confiança e credibilidade, mantenha contato visual com o público ou com seus interlocutores. Mantenha-se focado em envolver seu público com a mensagem, usando argumentos claros e objetivos.  

A comunicação eficaz deve ser clara e objetiva. Para isso, o emissor da mensagem deve identificar público e ouvir suas motivações, necessidades e desejos.  Para isso, a mensagem deve ser clara, correta, completo, concisa e revelar educação e compassividade. O Emissor deve observar essas características de comunicação para entregar com sucesso sua mensagem e obter os resultados esperados. 

Assim, o emissor da mensagem deve abordar todas as questões necessárias para encontrar as soluções para os problemas em jogo. O comunicador deve ser assertivo e autoconfiante, mas respeitoso. As modulações de voz desempenham um papel muito importante na assertividade e na construção do efeito desejado pelo orador. O orador deve enfatizar e destacar os pontos mais importantes, usando palavras e atitudes adequadas.

A comunicação eficaz implica reconhecer que as partes têm o direito de falar e de ser ouvida. A comunicação precisa ser verdadeira e comunicada de forma assertiva e eficiente. A comunicação assertiva é eficiente, visto que o emissor da mensagem consegue comunicar a mensagem de  maneira que as pessoas querem ouvi-las.  Contribui, portanto, para o envolvimento ativo do ouvinte. A comunicação assertiva é uma comunicação eficaz, porque ajuda o orador a transmitir ideais e argumentos de forma que a outra pessoa tenha interesses em ouvi-lo.

A comunicação assertiva, clara e direta contribui para comunicar os pontos de vista, interesses e necessidade de forma eficaz.  A comunicação assertiva coloca os oradores em ponto de equilíbrio, reconhecendo que todos têm seu próprio conjunto de opiniões, desejos e motivação. Essa postura contribui objetiva e positivamente para encontrar soluções para problemas comuns. Portanto, a comunicação assertiva ajuda o orador a comunicar clara e honestamente seus interesses e necessidades.

Bons oradores ouvem com empatia, que é a capacidade de entender os sentimentos, pensamentos, necessidades e interesses  de outra pessoa. A empatia ajuda a ver as coisas da perspectiva dos outros. Pensam antes de falar e se colocam na posição ouvinte e do auditório. A  comunicação eficaz também busca identificar a compreensão clara e objetiva das perspectivas e das prioridades das outras pessoas. Seja autêntico, seja honesto e sincero. O emissor deve dizer o que forma clara e direta, porque a comunicação direta é mais eficaz. Deve evitar argumentos  complexos para impressionar ou demonstrar erudição.

A escuta ativa contribui para aumentar respeito e a compreensão mútuos. Portanto, o orador ou negociador deve ser  sincero, aberto e honesto. O emissor da mensagem deve apresenta argumentos e contra-argumentos de forma respeitosa.  Deve tratar a outra pessoa da maneira que gostaria de ser tratado. Desenvolver habilidades de comunicação nos ajuda a evitar conflitos e na auxilia na melhor tomada de decisão.

Dessarte, os negociadores e oradores em geral devem preparar-se adequadamente para apresentar seus argumentos de forma lógica e coerente do modo a encorajar a contraparte a cooperar na busca de soluções compartilhadas. Esteja sempre presente e demostre seu interesse na conversa. Reflita, sem rejeição, sobre o que está sendo dito. Faça perguntas esclarecedoras. Forneça feedback apropriado.

A comunicação inteligente é fundamental para viver no mundo moderno. Assim, mais do que nunca, atualmente, devemos desenvolver fortes habilidades de comunicação. As pessoas devem desenvolver habilidades de comunicação ativa e estar consciente dos efeitos da passiva nas relações humanas.

Na comunicação passiva, as pessoas evitam expressar suas opiniões ou posições, com objetivo de proteger seus direitos e obter vantagens. Os comunicadores passivos falham frequentemente em expressar suas posições, motivações e necessidades. Às vezes, um comunicador passivo não expressa suas preocupações e necessidade para evitar conflitos. Como resultado, evitam expor suas reais motivações para evitar conflitos. Assim, buscando a autopreservação, os oradores passivos não expressam suas opiniões, posições, conhecimentos ou sugestões. Não contribui com  informações úteis. Não existe clareza de informações. Não há intercâmbio de ideias e informações. O comunicador passivo evita qualquer tipo de confronto e, por outro lado, não coopera com a contraparte em busca de soluções para os problemas.

Os comunicadores passivos não compartilham seus pensamentos, motivações e interesses. Os comunicadores causam barreiras de comunicação, porque não existe troca de informações e intercâmbios de ideais. A comunicação passiva não enfrenta os problemas e conflitos.

Por consequência, o Comunicador passivo raramente se envolve  em estratégias de escuta ativa e, portanto, carece de assertividade e tem alta falta de confiança. Portanto, a comunicação passiva é prejudicial em quase todos os domínios da vida.

Com não expressam sentimentos ou necessidades, os comunicadores passivos ignoram seus próprios direitos pessoais. Como corolário, os comunicadores passivos delegam às pessoas a tomada de decisões, a fim de evitar tensões ou conflitos.

Embora indesejável, em situações de conflitos extemos, a opção de comunicação passiva pode ser um estratégia segura porque evita deterioração dos conflitos

Ao contrário da comunicação passiva, a comunicação assertiva é direta e honesta. O Comunicador assertivo respeita os sentimentos, ideias e necessidades dos outros, ao mesmo tempo em que afirma os seus próprios sentimentos, ideias e necessidades, sem ser agressivo ou deselegante.

Oradores habilidosos são respeitosos e buscam entender os pontos de vista e argumentos da contraparte. A comunicação ativa é sempre clara, objetiva, concisa e direta. A objetividade é uma excelente qualidade de uma excelente comunicação. Use palavras e argumentos que possam ser rapidamente compreendidos pela contraparte. Para isso, seja simples, claro e direto ao comunicar seus pontos de  vista ou ao expor qualquer argumento. Ademais, a comunicação ativa e inteligente almeja envolver a contraparte no processo de comunicação. Pratique a fala iterativa, considerando e levando em conta os argumentos e interesses de sua contraparte ou ouvinte.

A comunicação ativa e inteligente evita impor a contraparte seus argumentos e posições, como se fossem delas. Contrariamente, o emissor da mensagem deve sugerir e discutir posições em vez de impor. Assim, as partes devem sugerir soluções e trabalhar juntos para tentar encontrar os caminhos e meios adequados para juntos e cooperativamente encontrar as respostas. Esse processo ajuda ainda chegar a um consenso, porque as partes estão conjuntamente buscando soluções em vez de uma parte impor seu ponto de vista ao outro.

Por outro lado, a comunicação ativa e inteligente concentra-se em buscar soluções mediante atitudes positivas. Em geral, os cérebros lidam melhor com atitudes positiva do que com as proposições negativas. Então, sempre prefira abordagens positivas a negativas ainda que conduzam aos mesmos resultados. As atitudes positivas ajudam as partes a se concentrarem nas soluções e nos problemas em si em vez de focarem nas barreiras e obstáculos. Reconheça as barreiras, mas dedique todos os esforços em investigar e descobrir as oportunidades.

A comunicação deve ser articulada para trocar informações e dados relevantes para que as partes possam encontrar soluções adequadas para atender os interesses e as necessidades em jogo. Por meio de comunicação eficaz, a intensificação incremental e gradual da confiança mútua contribui para as partes construírem consensos sobre as questões relevantes levantadas durante a negociação ou diálogo. As concessões mútuas também podem ser facilitadas pela comunicação, como a comunicação ativa.

A comunicação eficaz requer que as pessoas trabalhem com informações e dados corretos para transmitir confiança e alcançar resultados satisfatórios. Portanto, a boa comunicação precisa atender a padrões éticos. Além disso, as partes precisam transmitir as mensagens de forma  clara e certificar-se de que a contraparte compreende as mensagem da forma que o emissor desejava transmitir. Os negociadores devem atentar para a tendência humana de acreditar que as próprias interpretações que fazem dos fatos e argumentos  são sempre o entendimento correto. Entretanto, normalmente, as mensagens não são recebidas pelo interlocutor da forma desejada. Há outras fatores, como viés cognitivo e impressões pessoais,  podem dificultar o processo de comunicação.

Ademais,  os negociadores, e oradores em geral, devem adotar elevado padrão ético, porque atuar de forma ética é a melhor demonstração de respeito ao interlocutor ou negociador. Não subestime sua contraparte. As consequências de comportamentos antiéticos, como mentir, podem ser desastrosos para os relacionamentos.  Comportamentos antiéticos podem arruinar a reputação das pessoas e destruir os relacionamentos. Portanto, seja transparente, não minta nem blefe.

A comunicação ativa prepara o ouvinte para captar todas as dicas expressas ou não, desde a linguagem corporal até a entonação, o ritmo da fala e outros comportamentos de expressão de informações contextuais.

A comunicação passiva, como uma carta, e-mail ou texto escrito,  deve ser muito clara e objetiva. A comunicação por escrito requer muita clareza e objetividade, porque o leitor ou destinatário da mensagens não dispõem de qualquer outra componente de comunicação, como linguagem corporal, gestos, entonação de voz e contexto.

A comunicação escrita apresenta desafios adicionais. Sem os recursos da linguagem falada, o desafio da comunicação escrita é tentar antecipar  como a outra parte vai receber e interpretar sua mensagem. Assim, as falhas de comunicação podem aumentar na linguagem escrita. Por isso, orador deve mante uma comunicação escrita neutra, objetiva. direta razoavelmente curta, factual, sem apelas emotivos, e com um tom apropriado para tipo de situação.

Ao se comunicar de forma eficaz em qualquer esfera ou domínio da vida, é recomendável que o orador ou emissor se expresse com propósito e clareza. Use empatia e esteja consciente de que a comunicação inteligente e eficaz pode contribuir para transformar vidas e encontrar soluções adequadas para qualquer dimensão das relações humanas.

Em conclusão, organize o conteúdo da mensagem que deseja comunicar. Seja assertivo e preste atenção cuidadosa à mensagem do emissor. Certifique-se de que as informações são transmitidas de forma simples e direta, empregando linguagem apropriada para cada público. Mais uma vez, os oradores e ouvintes devem estar consciente do poder da comunicação da linguagem corporal. Seja espontâneo e coopera com a contraparte. Seja confiante, mas evite intimidar o auditório ou ouvinte.  

Publicado por Vagney Palha de Miranda

VAGNEY PALHA DE MIRANDA, Bacharel em Direito Pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Especialista em Direito Constitucional, Direito Tributário e Direito Processual. Especialização em Credencial de Liderança Pública, Harvard Kennedy School; Aprenda inglês: Gramática e Pontuação avançadas, Universidade da Califórnia, Irvine; Raciocínio, Análise de Dados e Escrita, Universidade de Duke; Inglês Acadêmico: Redação, Universidade da Califórnia, Irvine; Negociação, Mediação e Resolução de Conflitos, ESSEC Business School, Paris; Habilidades de Comunicação em Inglês para Negócios, Universidade de Washington; Direito de propriedade intelectual, Universidade da Pensilvânia; Fundamentos da Psicologia Positiva, Universidade da Pensilvânia. Bom com palavras: Redação e Edição, Universidade de Michigan (Michigan Law School) Cursos de direito Comparado: Constituição Escrita da América, Universidade de Yale; Constituição não Escrita da América, Universidade de Yale. Introdução aos Principais Conceitos Constitucionais e Casos da Suprema Corte, Universidade da Pensilvânia. Uma Introdução ao Direito Americano, Universidade da Pensilvânia - PENN Law School; Direito Internacional em Ação: Investigando e Processando Crimes Internacionais, Universidade de Leiden; Direito Internacional em Ação: A Arbitragem de Disputas Internacionais, Universidade de Leiden, Holanda. Direito Internacional em Ação: Um Guia para as Cortes e Tribunais Internacionais de Haia, Universidade de Leiden, Holanda; Chemerinsky Curso de Direito Constitucional - Direitos e liberdades individuais, University of California, Irvine. Economia: Princípios Econômicos, 2017 Stanford University

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