MÚSICA, SONO E SAÚDE CEREBRAL: ENTRE O PRAZER, O DESCANSO E A PRESERVAÇÃO COGNITIVA

Introdução

A música pode constituir uma experiência cotidiana de prazer que, ao mesmo tempo, produz efeitos relevantes sobre o sono e pode estar associada a indicadores de melhor saúde cognitiva no envelhecimento. Durante muito tempo, ouvir música foi compreendido predominantemente como uma atividade cultural, recreativa ou emocional, vinculada à memória, à identidade e à expressão subjetiva; entretanto, a literatura científica contemporânea passou a investigar também suas possíveis repercussões fisiológicas e neuropsicológicas. Essa mudança de perspectiva é particularmente importante diante do envelhecimento populacional e da crescente preocupação com alterações do sono, declínio cognitivo e demências, problemas que possuem impacto significativo sobre autonomia e qualidade de vida. Nesse contexto, intervenções musicais apresentam uma característica singular: podem ser incorporadas à rotina diária com baixo grau de complexidade, sem exigir necessariamente equipamentos sofisticados ou procedimentos clínicos invasivos. A questão científica, portanto, não consiste em afirmar que “música faz bem ao cérebro” de maneira genérica, mas em compreender quais evidências sustentam essa afirmação, quais mecanismos podem estar envolvidos e quais limites devem ser respeitados na interpretação dos resultados.

A relação entre música e saúde cerebral deve ser examinada principalmente pela distinção entre efeitos diretamente demonstrados e associações observacionais ainda incapazes de estabelecer causalidade. No campo do sono, existem estudos experimentais e revisões sistemáticas que permitem sustentar uma relação mais direta entre determinadas intervenções musicais e melhora de indicadores de qualidade do sono em adultos mais velhos. Já no campo da demência, os resultados disponíveis são particularmente interessantes, mas parte importante da evidência deriva de estudos observacionais, nos quais pessoas que mantêm maior envolvimento musical apresentam determinados resultados cognitivos diferentes daqueles observados entre pessoas com menor envolvimento. Essa diferença metodológica é fundamental porque uma associação estatística não demonstra, por si só, que a música tenha causado a redução observada no risco de demência. Pessoas que escutam música regularmente ou tocam instrumentos podem apresentar, simultaneamente, outras características relacionadas à saúde, escolaridade, atividade social, estilo de vida ou reserva cognitiva. Assim, a força da evidência está precisamente em reconhecer simultaneamente seus resultados promissores e suas limitações metodológicas.

1. A música como intervenção sobre o sono

A música pode exercer influência relevante sobre a qualidade do sono de pessoas idosas, especialmente quando utilizada de maneira regular e com características sonoras compatíveis com relaxamento. Uma revisão sistemática e metanálise publicada em 2021 no “Journal of the American Geriatrics Society” examinou cinco ensaios clínicos randomizados e encontrou melhora estatisticamente significativa da qualidade do sono entre adultos mais velhos que ouviam música em comparação com aqueles que não recebiam a intervenção. O estudo identificou ainda que músicas classificadas como mais sedativas apresentaram resultados superiores aos de músicas centradas em ritmo, enquanto a utilização da intervenção por período superior a quatro semanas esteve associada a melhora mais pronunciada. Os pesquisadores utilizaram o Pittsburgh Sleep Quality Index como principal medida de resultado e encontraram diferença média de −1,96 ponto entre os grupos, com intervalo de confiança de 95% entre −2,23 e −1,73. Esses resultados fornecem suporte experimental para a ideia de que a música, quando estruturada como intervenção regular, pode contribuir para uma experiência de sono qualitativamente melhor.

A consistência da prática parece ser um elemento importante para que a música seja incorporada ao processo de preparação para o sono. A literatura examinada em outra revisão sistemática de 2021 reuniu 16 estudos envolvendo adultos mais velhos e identificou intervenções de escuta musical, bem como intervenções combinadas com outras práticas, como massagem, tai chi e exposição a cenas naturais. Embora os resultados dessa revisão tenham sido considerados mistos, os estudos de escuta musical frequentemente utilizaram músicas relaxantes e, em diversos casos, permitiram personalização conforme as preferências dos participantes. Essa característica é particularmente relevante porque uma música considerada relaxante por uma pessoa pode produzir efeito completamente diferente em outra, dependendo de familiaridade, memória afetiva, preferência estética e associação emocional. Consequentemente, a intervenção musical não deve ser compreendida como uma fórmula sonora universal, mas como uma experiência cujo conteúdo e regularidade podem interferir em seus resultados.

A utilização da música antes de dormir pode ser compreendida como uma forma de organizar comportamentalmente a transição entre vigília e repouso. Uma rotina noturna previsível reduz a necessidade de decisões e estímulos novos imediatamente antes do sono, enquanto uma música calma e familiar pode funcionar como um sinal ambiental associado ao relaxamento. A evidência disponível também sugere que intervenções musicais podem influenciar aspectos como latência para iniciar o sono, duração e eficiência do sono, embora os estudos variem consideravelmente quanto ao repertório, duração e frequência da intervenção. Uma metanálise publicada em 2021, por exemplo, encontrou resultados favoráveis sobre qualidade do sono, mas também registrou heterogeneidade substancial entre os estudos analisados. A contribuição potencial da música, portanto, parece estar menos em uma propriedade mágica de determinadas melodias e mais na possibilidade de construir uma rotina repetida, previsível e subjetivamente agradável de preparação para dormir.

2. Música, relaxamento e regulação fisiológica

Uma possível explicação para a relação entre música e sono reside na capacidade da experiência musical de modificar estados de ativação e relaxamento, embora os mecanismos fisiológicos ainda não estejam completamente estabelecidos. Pesquisas sobre música e sistema nervoso autônomo sugerem que determinadas intervenções musicais podem influenciar medidas relacionadas à atividade parassimpática e à variabilidade da frequência cardíaca, fenômenos compatíveis com estados de maior regulação fisiológica. Entretanto, uma revisão sistemática sobre esse tema também advertiu que parte significativa dos estudos apresenta risco elevado de viés, razão pela qual esses resultados devem ser interpretados com cautela. Em pessoas com demência, uma revisão sobre mecanismos psicobiológicos encontrou resultados preliminares envolvendo sistema nervoso autônomo, eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e outros indicadores de estresse, mas ressaltou que os achados ainda são insuficientes para estabelecer um mecanismo único. A hipótese biologicamente plausível, portanto, merece investigação, mas não deve ser transformada prematuramente em certeza científica.

O caráter emocional da música constitui outra dimensão importante de sua possível influência sobre o organismo. Uma determinada melodia pode evocar lembranças, pessoas, lugares e acontecimentos autobiográficos, ativando simultaneamente componentes emocionais e cognitivos da experiência humana. Essa capacidade de associação pode ser particularmente relevante no envelhecimento, quando determinadas músicas permanecem fortemente vinculadas a períodos específicos da vida e podem funcionar como estímulos para reminiscência e reconhecimento. Estudos contemporâneos também investigam alterações na dinâmica de redes cerebrais associadas à música, incluindo redes temporais e mesolímbicas, embora tais resultados ainda estejam em estágio de investigação e não permitam concluir que a música impeça processos neurodegenerativos. A música parece, assim, ocupar uma posição peculiar entre estímulo sensorial, experiência emocional e atividade cognitiva, tornando-se objeto relevante para a investigação neurocientífica do envelhecimento.

3. Música e envelhecimento cognitivo

A hipótese de que a música possa estar relacionada à preservação cognitiva ganhou novo interesse com estudos de grande escala realizados em populações idosas. Um estudo de coorte publicado em 2025 no International Journal of Geriatric Psychiatry analisou 10.893 adultos australianos com 70 anos ou mais, residentes na comunidade e sem diagnóstico de demência no início do acompanhamento. Os pesquisadores examinaram diferentes formas de envolvimento musical, incluindo ouvir música, tocar instrumentos e combinar as duas atividades, utilizando modelos estatísticos ajustados para idade, sexo e nível educacional. Entre os participantes que sempre ouviam música, observou-se associação com risco 39% menor de demência em comparação com aqueles que nunca, raramente ou às vezes ouviam música; entre aqueles que frequentemente ou sempre tocavam instrumento, foi observada associação com risco 35% menor de demência. Esses números são expressivos, mas descrevem associações estatísticas em uma coorte e não demonstram que ouvir música ou tocar instrumento, isoladamente, tenha prevenido a demência.

A combinação entre escutar e produzir música também apresentou associação com indicadores cognitivos favoráveis, reforçando a importância de distinguir diferentes formas de participação musical. No mesmo estudo australiano, participantes que tanto ouviam quanto tocavam música apresentaram associação com risco 33% menor de demência e 22% menor de comprometimento cognitivo sem demência. A escuta frequente também esteve associada a melhores resultados de cognição global e memória ao longo do tempo, embora essa associação não tenha sido observada em todos os domínios cognitivos examinados. O estudo registrou ainda que os resultados foram, em geral, mais fortes entre participantes com mais de 16 anos de escolaridade, circunstância que demonstra como educação e outros fatores individuais podem modificar a relação observada. O dado mais cientificamente importante, portanto, não é simplesmente o percentual encontrado, mas a demonstração de que diferentes modalidades de envolvimento musical podem apresentar associações distintas com diferentes dimensões do envelhecimento cognitivo.

4. Associação não significa prevenção

A principal cautela científica diante dos resultados sobre música e demência consiste em não converter uma associação observacional em uma relação causal. O estudo australiano utilizou dados secundários de grandes coortes e modelos estatísticos para estimar associações entre envolvimento musical e ocorrência posterior de demência, mas não foi um ensaio clínico randomizado no qual indivíduos fossem distribuídos aleatoriamente para ouvir música ou não ouvir música durante determinado período. Por essa razão, não é possível concluir, a partir desse estudo isoladamente, que a música tenha provocado a redução do risco observada. Pode haver fatores de confusão ou características compartilhadas entre as pessoas que mantêm maior envolvimento musical, tais como escolaridade, atividade social, hábitos de vida, condições econômicas, saúde geral ou outras formas de estimulação intelectual. A formulação cientificamente adequada é, portanto, que o envolvimento musical esteve associado a menor risco de demência naquela população estudada, e não que a música tenha sido demonstrada como método de prevenção da demência.

A diferença entre evidência experimental e observacional permite construir uma interpretação mais equilibrada sobre os possíveis efeitos da música. No sono, os ensaios clínicos randomizados oferecem evidência mais diretamente relacionada ao efeito de uma intervenção musical sobre determinado resultado, embora as revisões também apontem limitações metodológicas e heterogeneidade entre estudos. Na demência, por outro lado, o grande estudo australiano fornece uma associação longitudinal relevante, mas não estabelece causalidade. Essa distinção evita dois erros simétricos: o primeiro seria rejeitar os achados porque eles não provam prevenção; o segundo seria transformar resultados promissores em uma promessa terapêutica que a ciência ainda não autorizou. A interpretação responsável consiste em reconhecer a convergência dos sinais positivos sem apagar as diferenças entre os desenhos de pesquisa.

5. A música como hábito e não apenas como intervenção pontual

A maior contribuição prática da literatura talvez esteja na possibilidade de transformar a música em um hábito cotidiano de baixo custo e elevada acessibilidade. No contexto do sono, a literatura de 2021 encontrou resultados particularmente favoráveis quando a música sedativa foi utilizada durante períodos superiores a quatro semanas, indicando que regularidade pode ser relevante para o efeito observado. Uma rotina simples poderia envolver música calma e familiar durante aproximadamente 30 a 45 minutos antes de dormir, utilizando volume confortável e evitando que a própria tecnologia se transforme em fonte adicional de estímulo. Piano suave, música clássica lenta, violão acústico, cordas ou determinadas peças instrumentais podem ser utilizados, desde que produzam sensação subjetiva de tranquilidade para a pessoa. O elemento central, contudo, não é o gênero musical em si, mas a construção de uma experiência consistente, confortável e compatível com o objetivo de reduzir a ativação antes do sono.

Durante o dia, entretanto, a função da música pode ser diferente daquela desempenhada no período noturno. Se a música noturna pode integrar uma rotina de desaceleração, a atividade musical diurna pode envolver escuta ativa, canto, aprendizagem de instrumento, participação coletiva ou simplesmente contato intencional com repertórios significativos. Essas atividades acrescentam componentes que ultrapassam a mera recepção passiva do som, podendo envolver atenção, memória, coordenação motora, antecipação temporal, aprendizagem e interação social. O estudo australiano é especialmente relevante nesse ponto porque examinou tanto a escuta quanto a prática instrumental, encontrando associações distintas para essas formas de envolvimento. A música diurna, portanto, pode ser compreendida não apenas como entretenimento, mas como uma oportunidade de engajamento cognitivo e comportamental incorporada à vida cotidiana.

6. Da informação à aplicação: transformar conhecimento em comportamento

O verdadeiro valor de uma evidência científica cotidiana aparece quando o conhecimento consegue ser convertido em comportamento sustentável. Saber que determinado comportamento pode favorecer o sono não significa necessariamente incorporá-lo à rotina, porque existe uma distância entre conhecimento declarativo e execução repetida. Nesse sentido, ouvir música antes de dormir pode funcionar como uma intervenção comportamental simples justamente porque exige pouca preparação, pode ser personalizada e pode ser associada a um horário relativamente estável. A utilização de um temporizador, por exemplo, permite estabelecer um limite para a sessão musical sem exigir que a pessoa permaneça acordada para desligar o aparelho. A passagem da informação científica para a prática depende, assim, menos de conhecer uma recomendação abstrata e mais de construir um ambiente no qual o comportamento desejado se torne fácil de repetir.

A formação de uma rotina musical também ilustra um princípio mais amplo da ciência do comportamento: pequenas ações repetidas podem ser mais realistas do que mudanças extraordinárias e difíceis de sustentar. Uma pessoa que decide simplesmente “dormir melhor” possui uma intenção genérica, enquanto aquela que estabelece uma sequência concreta — reduzir estímulos, escolher previamente uma música tranquila, iniciar a reprodução em horário definido e permitir que o áudio seja encerrado automaticamente — possui um comportamento operacionalizado. A especificidade reduz a dependência da motivação momentânea e transforma uma recomendação abstrata em uma sequência observável. Naturalmente, isso não significa que todos responderão da mesma maneira, pois preferências musicais, condições de saúde, ambiente doméstico e características individuais interferem na experiência. A música torna-se potencialmente útil, portanto, não apenas por aquilo que produz no cérebro, mas também pela maneira como pode ser incorporada a uma arquitetura cotidiana de hábitos.

7. Os limites de uma promessa de “proteção cerebral”

A expressão “saúde cerebral” precisa ser utilizada com precisão para que resultados científicos promissores não sejam convertidos em promessas médicas indevidas. A evidência atualmente disponível permite afirmar que determinadas intervenções musicais podem melhorar indicadores de qualidade do sono em adultos mais velhos e que o envolvimento musical está associado, em determinadas populações, a resultados cognitivos favoráveis. Entretanto, isso não autoriza concluir que ouvir música elimine o risco de demência, substitua tratamento médico, interrompa processos neurodegenerativos ou produza os mesmos resultados em todas as pessoas. Uma revisão sistemática de 2025 sobre musicoterapia e sono em idosos encontrou efeito favorável global, mas classificou a certeza da evidência como muito baixa em razão de limitações metodológicas e heterogeneidade significativa. A prudência científica, portanto, não diminui a importância da música; ao contrário, protege a validade dos resultados ao impedir que associação seja confundida com promessa terapêutica.

A melhor interpretação da literatura é que a música pode integrar um conjunto mais amplo de comportamentos relacionados ao envelhecimento saudável, sem ser apresentada como solução isolada. Sono adequado, atividade física, interação social, aprendizagem, controle de fatores de risco cardiovascular, alimentação adequada e acompanhamento médico continuam sendo dimensões distintas da saúde ao longo do envelhecimento. A música pode coexistir com essas práticas e, em determinados contextos, contribuir para uma rotina mais agradável e sustentável. Além disso, seu valor não precisa ser reduzido a uma eventual diminuição estatística do risco de uma doença, pois prazer, identidade, memória autobiográfica e conexão social também constituem dimensões importantes da experiência humana. O significado da música para a saúde cerebral, portanto, pode ser mais amplo do que a prevenção de uma doença específica, desde que suas possibilidades sejam compreendidas dentro dos limites estabelecidos pela evidência.

Conclusão

A relação entre música, sono e saúde cerebral revela uma área de investigação na qual experiências humanas profundamente subjetivas começam a encontrar confirmação em métodos científicos cada vez mais sofisticados. Estudos experimentais indicam que intervenções musicais podem melhorar a qualidade do sono de adultos mais velhos, sobretudo quando determinadas características da música e a regularidade da intervenção são consideradas. Estudos observacionais de grande escala, por sua vez, identificam associações entre maior envolvimento musical e menor risco de demência, além de determinadas diferenças em desempenho cognitivo. Entretanto, os dois conjuntos de evidências não possuem a mesma estrutura causal e, por isso, não devem ser interpretados como se respondessem à mesma pergunta científica. A principal conclusão é que a música apresenta sinais científicos consistentes de potencial benefício, especialmente no domínio do sono, enquanto sua relação com prevenção da demência permanece uma questão que exige investigação causal adicional.

A força da música como prática cotidiana está justamente na possibilidade de unir prazer, repetição, significado pessoal e baixo custo de implementação. Uma rotina noturna de música calma pode constituir uma estratégia simples de preparação para o sono, enquanto a escuta ativa, o canto ou a prática instrumental podem oferecer formas adicionais de engajamento cognitivo e social durante o dia. O estudo australiano de 2025 amplia essa discussão ao mostrar que diferentes formas de participação musical podem apresentar associações distintas com o envelhecimento cognitivo, embora não permitam afirmar causalidade. A ciência, portanto, não exige que a música seja transformada em medicamento para reconhecer sua relevância, mas exige que suas propriedades sejam estudadas com rigor e que seus resultados sejam comunicados sem exageros. Talvez a pergunta mais fecunda não seja simplesmente se a música “faz bem ao cérebro”, mas como uma experiência humana tão antiga pode ser organizada, estudada e incorporada à vida cotidiana de maneira que o prazer e a ciência possam coexistir.

Referências essenciais

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[7]: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41187137/?utm_source=chatgpt.com “Effect of music therapy on sleep quality in elderly: A systematic review and meta-analysis – PubMed”

Publicado por Vagney Palha de Miranda

VAGNEY PALHA DE MIRANDA, Bacharel em Direito Pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Especialista em Direito Constitucional, Direito Tributário e Direito Processual. Especialização em Credencial de Liderança Pública, Harvard Kennedy School; Aprenda inglês: Gramática e Pontuação avançadas, Universidade da Califórnia, Irvine; Raciocínio, Análise de Dados e Escrita, Universidade de Duke; Inglês Acadêmico: Redação, Universidade da Califórnia, Irvine; Negociação, Mediação e Resolução de Conflitos, ESSEC Business School, Paris; Habilidades de Comunicação em Inglês para Negócios, Universidade de Washington; Direito de propriedade intelectual, Universidade da Pensilvânia; Fundamentos da Psicologia Positiva, Universidade da Pensilvânia. Bom com palavras: Redação e Edição, Universidade de Michigan (Michigan Law School) Cursos de direito Comparado: Constituição Escrita da América, Universidade de Yale; Constituição não Escrita da América, Universidade de Yale. Introdução aos Principais Conceitos Constitucionais e Casos da Suprema Corte, Universidade da Pensilvânia. Uma Introdução ao Direito Americano, Universidade da Pensilvânia - PENN Law School; Direito Internacional em Ação: Investigando e Processando Crimes Internacionais, Universidade de Leiden; Direito Internacional em Ação: A Arbitragem de Disputas Internacionais, Universidade de Leiden, Holanda. Direito Internacional em Ação: Um Guia para as Cortes e Tribunais Internacionais de Haia, Universidade de Leiden, Holanda; Chemerinsky Curso de Direito Constitucional - Direitos e liberdades individuais, University of California, Irvine. Economia: Princípios Econômicos, 2017 Stanford University

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