O PODER TRANSFORMADOR DA COMUNICAÇÃO ATIVA E INTELIGENTE.

O que as pessoas precisam para se relacionar adequadamente? Boas habilidades de comunicação são um conjunto de processos comunicativos escritos, verbais e não-verbais que aprimoram as interações humanas em todos as suas esferas. Portanto, excelentes habilidades de comunicação são muito importantes tanto no mundo dos negócios e nas relações sociais quanto na vida privada, porque ajudam as pessoas a se entenderem melhor e a buscarem soluções criativas para suas necessidades e interesses.

A conversa é a base da comunicação e deve contribuir construir confiança mútua e até mesmo detectar problemas antes que eles se tornem sérios. O orador deve selecionar as palavras adequadas e posição e a sequência em que cada argumento aparece na apresentação.

Prestar atenção é o aspecto mais importante da comunicação eficaz, porque no capacita para fazer perguntas esclarecedoras sobre qualquer ponto eventualmente obscuro. Prestar atenção também pode capacitar  o ouvinte a pedir informações adicionais e demonstrar o orador que o quanto compreendeu a mensagens e os pontos de vista da outra parte.

A comunicação eficaz pode nos ajudar a evitar que as impressões prévias sobre a pessoa, empresa ou negócio possa determinar os rumos conversa, da negociação ou do discurso.  

Portanto, os viés cognitivos podem dificultar os processamento e gerenciamento das informações que transmitidas na mesa de negociação.

O processo de comunicação adequada pode  ajudar os negociadores, por exemplo, a perceber quando estão tentando impor seus interesses e emoções sobre o outro, como se fossem de sua contraparte.

Ademais, a comunicação adequada pode ajudar a perceber e entender todas as informações importantes que foram colocadas à mesa de negociação. Portanto, as boas estratégias e bons estilos de comunicação são essenciais para negociações bem-sucedidas e devem ser observadas com atenção ao preparar-se para a negociação.

Os oradores precisam fazer-se entender e, naturalmente,  precisam entender o outro. Esse processo prepara os negociadores para construir resultados que satisfaçam todas as partes. Portanto, a escuta ativa e a fala ativa são estilos de comunicação que incentivam as partes  a cooperar e, naturalmente, conduzem os interlocutores a encontrar soluções que atendam todos os interesses envolvidos.   

A comunicação inteligente requer duas habilidades fundamentais: ouvir e falar eficazmente. A comunicação eficaz melhora as relações pessoais, a produtividade no local de trabalho e ajuda a aprimorar os relacionamentos sociais e comerciais. Por outro lado, a deficiência de comunicação pode levar a prejuízos financeiros e rupturas de relacionamentos. Por conseguinte, desenvolver fortes e eficazes habilidades de comunicação é excepcionalmente valioso para relacionamentos bem-sucedidos, especialmente durante negociações e/ou relações complexas. A escuta ativa contribui para melhorar as relações profissionais e a liderança em qualquer esfera, porque a liderança eficaz implica uma escuta eficaz. Em resumo,  comunicação ativa ou inteligente ajuda a construir relações respeitosas, comprometimento, confiança mútua, e reduz os conflitos interpessoais e profissionais.

Os problemas de relacionamento são essencialmente problemas de comunicação. Portanto, a comunicação é um grande desafio para as pessoas em qualquer domínio da vida. As pessoas acreditam que a maioria dos relacionamentos pode ser melhorada se as pessoas conseguirem melhorar a comunicação. A comunicação pode ajudar as pessoas a ter relacionamentos razoavelmente satisfatórios. Então, devemos investir todo o nosso tempo e energia em melhorar a comunicação. Ademais, uma boa comunicação contribui para determinar a compatibilidade ou não certas interações sociais, pessoais ou profissionais.

As pessoas podem trabalhar para aperfeiçoar quaisquer aspectos de suas vidas por meio  da comunicação eficaz. Então, desenvolver boas habilidades de  comunicação é melhor investimento para relacionamentos bem-sucedidos. Então, é melhor investir toda a energia, o tempo, os sentimentos e as emoções para aperfeiçoar as habilidades de comunicação, porque a boa comunicação nos ajuda a entender, a ver melhor a realidade e nos ajuda a decidir o que devemos fazer quando as mudanças forem necessárias. A boa comunicação evita que os relacionamentos se formem ou se desenvolvem com base em mal-entendidos ou em percepções equivocadas.

Por conseguinte, a comunicação é a chave para construir relacionamentos que atendam às necessidades emocionais, interpessoais, sociais e profissionais. Os relacionamentos sociais e profissionais atendem às nossas necessidades em diversos níveis, mas precisamos desenvolver boas estratégias de comunicação para que os relacionamentos atingem os fins desejados.

O orador e o ouvinte precisam conhecer seus interesses e objetivos e idênticas as estratégias que devem usar para atingi-los. A preparação focada no objetivo, nos interesses e no contexto aumentará as chances de bons resultados. Ademais, o orador deve persuadir o ouvinte a envolver-se pessoalmente na busca de solução que satisfaça a ambos os lados. Por outro lado, a escuta ativo é denominador comum em praticamente todas as negociações ou elações bem-sucedidas. O ouvinte ativo ouve atentamento o que a outra pessoa está dizendo e busca ouvir e entender o que está por trás das palavras. Por isso, a escuta ativa é uma habilidade essencial que requer esforço cuidadoso. Um bom ouvinte coloca-se ao lado do seus interlocutor, fazendo perguntas abertas e encorajando-o a expor tudo o que é essencial para entender os interesses, as necessidades e os objetivos em jogo. Entre outras qualidades, a comunicação ativa ajuda a construir confiança, a fazer muitas perguntas adequadas e a explorar as diferenças.

A escuta ativa contribui para aumentar a produtividade, o aprendizado, a eficácia das negociações, a cooperação mutua e, finalmente, contribui para construir  relacionamentos são mais fortes em qualquer domínio das relações humanas. Por conseguinte, a escuta ativa implica que o ouvinte compreende ativamente as informações dadas. O ouvinte escuta com interesse e fornece feedback útil. Assim, evite apresentar contra-argumentos enquanto a outra pessoa fala.  A pessoa que prepara refutação aos pontos de vista do orador enquanto ouve não está atenta.

A comunicação deve contribuir para que as relações fluam de forma natural e incentive as partes a compartilhar informações. A comunicação inteligente tem como objetivo construir  e consolidar relacionamentos. Deve encorajar a contraparte a compartilhar informações e dados necessários para atender aos interesses das partes e a fluidez das negociações e de qualquer outra relação intersubjetiva.

Portanto, a comunicação inteligente não é um ringue que as partes lutam para vencer a luta. Jogue limpo. Não interrompa. Não conteste e contradiga cada argumento de sua contraparte. Além disso, a escuta inteligente é respeitosa. As partes demonstram interesse genuíno pelos argumentos que são apresentados. A escuta ativa é crucial para negociações de sucesso. A escuta ativa é produtiva, visto que o ouvinte presta a atenção em todas as informações que a contraparte está comunicando e responde com educação e reciprocidade.

A comunicação ativa e inteligente evita a tentação de fazer julgamentos negativos e permite que o interlocutor exponha seus argumentos com atenção e respeito. Além disso, o ouvinte consegue obter todas as informações que são comunicadas expressamente, ou não. Com a escuta ativa, o ouvinte compreende por inteiro a mensagem que o orador está tentando passar. Para isso, evite prejulgamentos e peça esclarecimentos sobre pontos eventualmente obscuros, usando perguntas objetivas, claras, diretas e relacionadas aos objetivos em jogo. As partes devem evitar provocações e insultos.

Os negociadores que praticam ao comunicação ativa conseguem entender completamente o posto de visto do interlocutor e, eventualmente, tornam-se preparados para discordar com inteligência e elegância.

A comunicação que ocorre entre duas pessoas pessoalmente exige que os oradores desenvolvam boa estratégias de comunicação. As pessoas precisam efetivamente desenvolver habilidades de persuasão. Para isso, os oradores devem ser claros e objetivos na comunicação de pontos de vista a fim de que o receptor possa apreender a mensagem de forma completa, evitando falhas de comunicação. Os comunicadores precisam de habilidades para transmitir suas mensagens de forma  eficaz.

Ademais, como qualquer outra habilidade, a escuta ativa e com atenção pode ser fortalecida à medida que é colocado em prática nas interações humanas. Ademais, a escuta ativa é um complexo de capacidades, como escuta ativa, fala ativa, empatia, cooperação e seleção adequada de palavras e argumentos . A comunicativa deve ser intencional e, portanto, os interlocutores devem considerar sua contraparte e todos os interesses em jogo.

Então, a comunicação está no centro da formação de nossas relações  sociais, profissionais e interpessoais. O sucesso dos  relacionamentos ocorre por meio de comunicação verbal e não verbal. Consequentemente, a comunicação verbal e não-verbal constitui as bases de nossos relacionamentos pessoais, sociais e profissionais. Então, a comunicação nos capacita a interagir com outrem em vários níveis e nos ajuda a adaptar à natureza dinâmica das relações pessoais, sociais e profissionais.  A comunicação eficaz nos capacita a atender nossas expectativas em diversos níveis, especialmente porque os relacionamentos são dinâmicos e, portanto, estão sempre mudando.

No estágio inicial das interações, as pessoas avaliam umas às outras e tentam se apresentar positivamente. Dessarte, quando encontramos alguém em situações formais ou informais, examinamos a pessoa para determinar se existe conhecimento prévio e para identificar as expectativas em relação à pessoa e ao relacionamento.

Uma reunião negócio, por exemplo, exige comunicação  mais formal. Assim, é importante estar consciente de que o cenário em que a interação ocorre também afeta a comunicação, porque as pessoas seguem protocolos sociais típicos para cada tipo de conversa ou relações sociais.

A forma como ambos os negociadores ou interlocutores – orador e auditório – trocam informações deve ajudá-los a estabelecer a relação. Então, uma troca básica de informações deve ocorrer no estágio inicial das negociações ou interações. Então, os falantes e os ouvintes devem identificar em primeiro momentos os interesse comuns na negociação ou interação, visto que tudo isso vai moldar e dirigir a comunicação.  Por isso, a boa comunicação requer bons ouvintes e bons falantes ou oradores.

A comunicação inteligente e eficaz  cria soluções, motiva e inspira. Naturalmente, leva tempo e esforço para desenvolver essas habilidades e se tornar um orador de sucesso. Quanto mais esforço e prática, mais as habilidades de comunicação tonar-se-ão mais espontâneas e naturais. Existem muitas diferentes habilidades de comunicação para aprender, consolidar e aplicar no nosso dia a dia. Ouvir, por exemplo, é um dos aspectos mais importantes da comunicação. Ouvir com sucesso não é apenas compreender as informações faladas ou escritas, mas também entender o comportamento, as emoções, motivações e interesses do orador e como se sente durante a apresentação ou elocução.

Ouvir atentamente também pode criar um ambiente no qual todos se sintam seguros para expressar ideias, opiniões e sentimentos ou planejar e resolver problemas de maneira criativa.

A comunicação eficaz contribui para  construir relacionamentos fortes, gerando mais oportunidades em todas as dimensão de vida pessoais, profissional e social. Assim, a comunicação inteligente e eficaz traz boas recompensas, incluindo aprimoramento das relações sociais e na saúde emocional e mental. Portanto, a comunicação inteligente e eficaz pode trazer conexão pessoais, sociais e profissionais mais profundas, visto que contribui para vínculos baseados na confiança e na transparência.

Ademais, a comunicação ativa e inteligente deve ser preparada e moldada para um público específico. Não existe um discurso universal e eficaz a qualquer auditório ou público. A linguagem e o estilo são moldados pelo contexto e os objetivos em jogo. Assim, o orador deve ficar totalmente focado na comunicação e evitar qualquer ponto de distração.

Então, a comunicação ativa e inteligente é preparada para um ouvinte ou auditório determinado.  Por isso, é importante que o orador conheça os interesses, conhecimento, personalidades e características de seu auditório ou público, porque oradores habilidosos preparam sua fala de acordo com o público ou ouvinte.

A escuta eficaz, também conhecida como escuta ativa, exige que os ouvintes  concentrem em ouvir o que outra pessoa tem a dizer. Ouvir com eficácia requer esforço consciente para entender e não apenas para ouvir o que alguém tem a dizer. A escuta eficaz requer concentração para alcançar o entendimento completa do conteúdo da mensagem. A escuta eficaz, reforce-se, é uma habilidade e, portanto, requer prática para alguém se tornar melhor e mais eficiente em ouvir eficazmente. O Bom ouvinte evita a escuta seletiva em que o ouvinte decide o que é atraente ouvir ou não. Portanto, devemos prestar sincera atenção ao que é comunicado, sem rejeitar e julgamentos de qualquer natureza. A escuta ativa concentra-se em entender tudo que foi dito ou não dito expressamente. Lembre-se que ouvimos para obter informações, entender e aprender. Por conseguinte, como ouvintes atentos, devemos prestar total atenção ao que o interlocutor está dizendo, apresentar sinceras respostas, ouvir sem resistências ou julgamentos e responder os questionamentos adequadamente.

A boa comunicação implica, portanto, escuta ativa e fala ativa. As palavras importam em qualquer relação humana bem-sucedida. Assim, o orador dever selecionar as palavras certas e expô-las de maneira que possam transmitir as mensagens eficazmente. Ouvir gentilmente e selecionar as palavras e argumentos adequadamente ajudam a estreitar as relações interpessoais. O orador deve, portanto, “ouvir” o auditório com atenção e expor os fatos e informações verdadeiras, porque os negociadores e oradores em geral precisam de sua credibilidade para convencer o ouvinte a aceitar determinado ponto de vista ou termos do acordo. A confiança é crucial. Portanto, ancorado em sua credibilidade, bons comunicadores são mais eficientes em resolver problemas e, consequentemente, possuem habilidades superiores na resolução de conflitos.

Os sinais não-verbais são comunicação sem palavras. A posição do corpo, a expressão facial, os movimentos das mãos, os gestos, o contato visual, a atitude e o tom de voz, e a maneira de respirar são instrumentos poderosos de comunicação de informações, pensamentos e ideais. Portanto, a linguagem corporal, a maneira como o orador olha, ouve, cria, reage, gesticula fala muito mais sobre sentimentos e intenções do que as palavras usadas para expressar o conteúdo das mensagens.

Por consequência, desenvolver a capacidade de entender a linguagem corporal e de usar sinais não-verbais como instrumentos de persuasão ajudará orador e o ouvinte a se conectarem mutuamente e a expressarem o que pensam. Assim, as pessoas se equipam para enfrentar situações desafiadoras  e construir melhores relacionamentos em qualquer domínio da vida. Então, prestar sincera atenção no que está sendo comunicado expressamente ou não faz toda a diferença para o processo de comunicação. Por isso, a arte de prestar atenção é uma das coisas mais relevantes em todo o processo de comunicação eficaz.

Ademais, um bom falante busca conhecer seu público antes de preparar seu discurso, porque o discurso ou fala deve ser dirigida a um público específico. Além disso, a preparação da apresentação ajuda a praticar a fala antes da apresentação. Pratique e prepare-se. A preparação ajuda a pensar cuidadosamente em todas as informações e dados que devem ser compartilhados. Faça anotações e esteja certo de que todos os pontos essenciais do discurso foram examinados em detalhes. Em síntese, antes de começar a elaborar o discurso, com a escolha das palavras, estilo e os argumentos adequados, conheça seu interlocutor ou seu auditório.

O orador ou emissor da mensagem transmite algo a alguém a fim de persuadi-lo ou informa-lo sobre algo ou alguma coisa. Portanto, o orador desempenha um papel fundamental na comunicação. Assim, o orador deve usar as palavras certas, de maneira certa. Além disso, o orador seleciona o conteúdo da mensagem – dados e informações – que deseja transmitir. Assim, o orador deve preparar um conteúdo de suas mensagens cuidadosamente de modo a influenciar os ouvintes, ou auditório, para que respondam de maneira desejada ao remetente. O orador deve preparar as palavras e de modo a expressá-las de forma que o ouvinte se envolva ativamente no processo de comunicação. Portanto, o orador deve preparar a fala a fim de os ouvintes tornem-se receptivos e respondam de acordo com os objetivos do orador. 

Investigue o máximo que puder sobre seus ouvintes, porque eles vão determinar a escolha de suas palavras, argumentos, estilo de apresentação e o nível de informação e dados a compartilhar. Então, o orador deve preocupar não só com a preparação da mensagem ou do discurso, mas também com o público, uma vez qua as mensagens devem ser preparadas para um público determinado. Assim, a preparação da mensagem e o conhecimento adequado do seu público ou destinatário da mensagem são a chave para a comunicação inteligente e eficaz.

O orador deve estar ciente de que pessoas diferentes recebem a mesma mensagem de forma diferente. Portanto, a idade, a raça, a etnia, o gênero, o estado civil, a renda, o nível educacional, o conhecimento que o auditório possui sobre o assunto e a experiência profissional afetam a forma como as mensagens são recebidas e interpretadas. Por consequência, a forma de comunicação escolhida depende do auditório e do contexto em que as informações são transmitidas.

Então, se o emissor levar em conta seu público e o contexto em que as mensagens são transmitidas, além dos objetivos da mensagem, o ouvinte irá dar toda a sua atenção em resposta a mensagens “personalizadas”.

Os fatos e informações e argumentos devem ser organizados de maneira a atingir seu objetivo, priorizando sempre uma comunicação clara e eficaz.

Cumpre salientar que uma mensagem persuasiva é uma mensagem baseada em fatos, dados concretos, estatísticas e argumentos sólidos.

Tudo deve ser cuidadosamente organizado para que o auditório ou ouvinte compreenda fácil e rapidamente a mensagem e seus objetivos. Não somente o estilo, as palavras e argumentos são relevantes, mas também qualidade e confiabilidade dos dados e das informações são cruciais para a comunicação eficaz. É importante que o falante tenha clareza sobre os objetivo gerais, os objetivos específicos, interesses, necessidades e motivações.

Durante a apresentação ou fala, perceba os feedbacks e adapte-se a eles. Assim, o orador deve fazer a leitura do interlocutor ou do auditório para identificar seus interesses e motivações. Isso permite que o orador faça adaptações na fala e seja flexível em relação ao roteiro previsto.

Adicionalmente, os oradores e falantes em geral precisam demonstrar credibilidade e confiança. O auditório e o interlocutor ou a contraparte  devem confiar no falante.  Portanto, transmita credibilidade e confiança. A linguagem eficaz, simples e direta pode ajudar na clareza dos pensamentos e no aumento da credibilidade.

Além de transmitir confiança e credibilidade, mantenha contato visual com o público ou com seus interlocutores. Mantenha-se focado em envolver seu público com a mensagem, usando argumentos claros e objetivos.  Use sua voz, gestos, posturas  e mãos de forma eficaz, porque a comunicação não-verbal transmite a maior parte da mensagem. Tudo isso ajuda a transmitir as ideias com clareza e a envolver naturalmente o público ou o ouvinte. Enfatize aos pontos chaves. Apresente dados, informações e fontes confiáveis.

A comunicação eficaz deve ser clara e objetiva. Para isso, o emissor da mensagem deve identificar público e ouvir suas motivações, necessidades e desejos.  Para isso, a mensagem deve ser clara, correta, completo, concisa e revelar educação e compassividade. O Emissor deve observar essas características de comunicação para entregar com sucesso sua mensagem e obter os resultados esperados. 

A mensagem deve ser transmitida pelo canal mais adequado para cada tipo de situação, considerando que a comunicação cara a cara é a mais eficiente. Dessarte, a escolha do meio de comunicação ou realização da apresentação da fala ou discurso depende de inúmeros fatores, como a prioridade, urgência, tempo, viabilidade do meio e a complexidade das questões envolvidas, além do tipo relacionamento que existe entre as partes.

Dessa forma, ao identificar o público e suas motivações e necessidades, ao praticar a escuta ativa e preparar o discurso e o estilo da apresentação, ao escolher o meio, o processo ou ambiente adequado para cada tipo de negócio ou relacionamento, o comunicador ou orador  estará no caminho certo para praticar a comunicação inteligente e eficaz.

Ao lado do bom falante ou orador, está o bom ouvinte. Para ser um bom ouvinte é preciso muita concentração e determinação. Prestar atenção genuína ao que está sendo comunicado é um aspecto crítico para qualquer comunicação bem-sucedida. Portanto, o bom ouvinte mostra que está interessado na mensagem e ofereça uma resposta ou feedback adequado e respeitoso. Preste atenção genuína e evite julgamentos críticos e confrontações. Responda adequadamente com o contexto e interesses. Adote uma postura de cooperação.

Para isso, o orador deve ter muito cuidado com sua seleção de palavras e o conteúdo dos argumentos para que seus interlocutores se envolvam em processo de escuta ativa e inteligente. Nesse contexto de expressar-se eficazmente, o orador deve ter informações sobre os interesses e motivações de seu interlocutor. Assim, entendendo adequadamente seu interlocutor, o orador deve preparar-se, organizando e abordando a fala de acordo com o interlocutor ou auditório específico. O contato visual com o interlocutor ou auditório é indispensável para  criar um impacto positivo. Dessarte, o orador tem o dever de entender as necessidades e interesses de seu interlocutor ou contraparte em uma negociação para planejar seu discurso de acordo com tais interesses e com os objetivos que o emissor da mensagem visa com a comunicação ou negociação.

Assim, o emissor da mensagem deve abordar todas as questões necessárias para encontrar as soluções para os problemas em jogo. O comunicador ou orador deve ser assertivo e autoconfiante, mas respeitoso. As modulações de voz desempenham um papel muito importante na assertividade e na construção do efeito desejado pelo orador. O orador deve enfatizar e destacar os pontos mais importantes, usando palavras e atitudes adequadas.

Segundo Aristóteles, o orador prepara e envia a informação ou uma mensagem ao auditório para influenciá-los e fazê-los responder e agir de acordo com os objetivos esperados pelo orador. Portanto, o orador deve expressar seus pontos de vista de forma clara e direta, fazendo escolhas das palavras adequadas e expondo-as de forma  lógica e adequada. O Gerenciamento da emoções desempenha um papel importante no processo de comunicação.  O Modelo de Comunicação de Aristóteles é formado por 5 elementos básicos que são: o Orador, o Discurso, o contexto, o Público e o objetivo almejado pelo orador. Portanto, segundo Aristóteles, os oradores devem preparar seus discursos ou falas de acordo com o interlocutor ou audiência, com o contexto em que a fala ocorre e os objetivos e interesses em jogo. Portanto, na dicção de Aristóteles, o comunicador deve preparar o discurso de acordo com o contexto, com o interlocutor e com suas necessidades e interesses em jogo. Mais uma vez, as palavras devem ser selecionadas de modo a influenciar os ouvintes e  a persuadi-los a fazer algo ou aceitar algum argumento ou ponto de vista.

Os oradores, segundo Aristóteles, devem apresentar argumentos e raciocínios sólidos, explorar as emoções de acordo com a plateia ou ouvinte e usar o ESTILO adequado ao contexto. Portanto, o orador deve apresentar argumento sólidos, baseados em dados concretos e confiáveis, para convencer sua contraparte. As emoções dependem do contexto e do auditório. Assim, o orador dever explorar as emoções de acordo com o auditório a fim para persuadi-lo. Associado a tudo isso, o orador deve escolher o estilo de comunicação adequado ao contexto e ao ouvinte para a fim de persuadir e alcançar os resultados certos. Um bom estilo permite que orador destaque ideias-chave e prioriza as argumentos consistentes. O Estilo claro e cristalino deve capturar os objetivos centrais e as ideais capitais para expressá-los, comunicando eficazmente a essência do que o orador está querendo transmitir. O orador deve usar o estilo para aumentar a força do argumento. O Estilo deve ser integrado à emoção ideal que orador deseja despertar em seu público ou interlocutor. A coloração emocional adequada é parte importante da comunicação e, por conseguinte, deve ser preparada com muito cuidado.

Ao lado da exposição clara das mensagens, a escuta eficaz é ponto crítico da comunicação eficaz. Por isso, o ouvinte precisa ouvir ativamente com todos os sentidos, porque a forma como comunicamos a mensagem e como a recebemos  é mais determinante para a persuasão e compreensão do que conteúdo da mensagem. Assim, coisas como linguagem corporal e tom de voz merecem especial atenção dos oradores.

Ademais, as partes devem pensar adequadamente no ambiente em que os discursos e as negociações vão ocorrer, devendo eliminar barreiras físicas e outros obstáculos que impedem ou dificultam a escuta ativa eficaz.

Os oradores devem criar conexão mental e emocional com púbico ou interlocutor para criar ambiente adequada para a prática da escuta ativa. O orador deve preocupar em atrair a atenção total de seu auditório ou ouvinte. Da outra parte, o ouvinte não deve interromper o orador com críticas ou orientações. Entretanto, o ouvinte pode pedir esclarecimento e clarificação de algum ponto que ficou obscuro.

A escuta ativa também requer colaboração do ouvinte, especialmente em situações que envolvem conflitos. A colaboração entre ouvinte e orador é importante para a comunicação eficaz.

A comunicação eficaz requer atenção a todo um processo de comunicação. Assim, além do  conteúdo da mensagem, o orador deve prestar atenção a quaisquer barreiras que possam impedir ou dificultar que o auditório ou ouvinte receba a mensagem comunicada de forma desejada, evitando falhas de comunicação.  As atitudes, emoções, domínio do assunto em questão e a credibilidade do emissor podem influenciar na qualidade da recepção da mensagem. Por isso, o orador deve estar  consciente do poder de sua própria linguagem corporal para a comunicação eficaz. O orador deve assim prestar atenção cuidadosa aos destinatários da mensagem, e deve estar ciente de que diferentes auditórios e diferentes culturas podem atribuir significados muito diferentes às expressões faciais, aos gestos e as posturas. A identificação e compreensão adequada do tipo de conversa, negociação ou discurso, o local em que vai ocorrer  e o tempo são aspectos críticos para a comunicação eficaz.

Saber ouvir é o ponto crítico da comunicação eficaz.  A escuta ativa implica ouvir o interlocutor com todos os sentidos, evitando julgamentos e ataques. A empatia pode ser um componente essencial da escuta ativa, porque aumenta a possibilidade de compreensão do ponto de vista do outro. Depois de entender o ponto de vista do outro completamente e sem vieses, o receptor estará em melhores condições de apresentar argumentos  e contra-argumentos para enfrentar os erros ou deficiências do ponto de vista da contraparte ou do orador. O ouvinte deve demonstrar que está vividamente interessado em ouvir os argumentos da contraparte.

Mas o ouvir atentamente e a compreensão não implicam na concordância cega com a mensagem que a outra parte está tentando comunicar. Mas, ainda que haja concordância com os pontos de vista e interesses, a compreensão adequada contribui para a busca de soluções para questões em que há interesses comuns. Então, a compreensão decorrente da escuta ativa é poderosa porque ajuda a resolver problemas complexos ou gerenciar questões emocionais que possam criar barreiras ou rupturas nas relações.

A comunicação eficaz implica reconhecer que as partes têm o direito de falar e de ser ouvida. A comunicação precisa ser verdadeira e comunicada de forma assertiva e eficiente. A comunicação assertiva é eficiente, visto que o emissor da mensagem consegue comunicar a mensagem de  maneira que as pessoas querem ouvi-las.  Contribui, portanto, para o envolvimento ativo do ouvinte. A comunicação assertiva é uma comunicação eficaz, porque ajuda o orador a transmitir ideais e argumentos de forma que a outra pessoa tenha interesses em ouvi-lo.

A comunicação assertiva e a escuta se correlacionam positivamente. A comunicação assertiva é direta, mas respeitosa. Com isso, o orador assertivo reconhece que a outra pessoa tem interesses, motivações, necessidade e preocupações, resultando em comportamentos recíprocos. Dessarte, o orador assertivo tem atitude de negociador ou orador que aprecia os resultados que beneficiam todos os  lados, reconhecendo as necessidades da outra pessoa.

A comunicação assertiva, clara e direta contribui para comunicar os pontos de vista, interesses e necessidade de forma eficaz.  A comunicação assertiva coloca os oradores em ponto de equilíbrio, reconhecendo que todos têm seu próprio conjunto de opiniões, desejos e motivação. Essa postura contribui objetiva e positivamente para encontrar soluções para problemas comuns. Portanto, a comunicação assertiva ajuda o orador a comunicar clara e honestamente seus interesses e necessidades.

Bons oradores desejam manter o relacionamento e buscam modelos de comunicação que ajude a gerenciar os conflitos.  Ouvem com empatia, que é a capacidade de entender os sentimentos, pensamentos, necessidades e interesses  de outra pessoa. A empatia ajuda a ver as coisas da perspectiva dos outros. Pensam antes de falar e se colocam na posição ouvinte e do auditório. A  comunicação eficaz também busca identificar a compreensão clara e objetiva das perspectivas e das prioridades das outras pessoas.

Seja autêntico, seja honesto e sincero. As pessoas inautênticas não possuem credibilidade.

Bons ouvintes obtém uma compreensão clara da perspectiva e dos interesses de outra pessoa. Ouvir com atenção promove confiança, respeito, abertura e alinhamento.

A escuta ativa é uma parte fundamental. Permita que as pessoas expressem suas preocupações. A escuta ativa permite que as pessoas façam perguntas poderosas que abrem portas para o que as pessoas realmente pensam e sentem. Prestar atenção cuidadosa e respeitosa ao que é dito – e ao que não foi dito – é ponto crítico da comunicação eficaz. Comunicar informações, pensamentos e ideias de forma clara é também importante para a boa recepção da mensagem. Portanto, orador deve simplificar, usando linguagem objetiva e direta.

O emissor deve dizer o que forma clara e direta, porque a comunicação direta é mais eficaz.  Deve evitar argumentos  complexos para impressionar ou demonstrar erudição.

O orador ou negociado deve conhecer a personalidade, metas e objetivos do seu interlocutor ou do auditório. As pessoas precisam confiar em auditório. O orador deve buscar sintonia entre as palavra e as ações, comunicando-se com credibilidade. A boa reputação é muito importante para suas relações interpessoais.

O orador dever certificar-se de que suas palavras e ações sejam consistentes, evitando contradições. Deve promover um diálogo respeitoso e um debate produtivo e trabalhar de forma produtiva para chegar aos resultados almejados.

A informação comunicada deve ser adequada e completa. Assim, ouvir ativamente significa prestar atenção ao falante, para compreender adequadamente todas as informações que estão sendo comunicadas por canais verbais e não-verbais. Assim, a escuta ativa garante uma compreensão completa do que a outra pessoa deseja transmitir.

Além da escuta ativa, precisamos usar estratégias ou guias para auxiliar em nossa tomada de decisão, como os princípios da reciprocidade, da escassez, da autoridade, da consistência,  do gostar, e do consenso.

A reciprocidade é o princípio básico da persuasão, visto que as pessoas tendem a retribuir aos outros a forma de comportamento, gentilizas ou serviço que recebem. Ademais, a forma como fazemos gentilezas tem uma grande influência no comportamento das outras pessoas em relações a nós.

A escassez é um princípio poderoso de persuasão, uma vez que as pessoas desejam  coisas que podem ter menos, que são escassas. Com base nesse princípio, o orador ou negociador deve demonstrar como sua proposta ou posição é singular e o que seu interlocutor pode perder se não considerar sua posição. Aliado a isso, é crucial demonstrar confiança e respeitabilidade. O orador ou negociador deve demonstrar o que o  faz uma pessoa confiável e experiente antes de iniciar sua tentativa de influenciar seus interlocutores. Contudo, o orada deve ser sutil ao falar sobre suas próprias qualidades intelectuais.  Ademais, o orado deve demonstrar consistência entre suas ações e comportamentos para alinhar seus compromissos adequadamente.

Outro princípio de persuasão importante é o princípio de gostar, porque as pessoas preferem aquiescer com as pessoas de quem gostam. As pessoas gostam das pessoas que são parecidas elas; gostam de pessoas que as elogiam e gostam de pessoas que cooperam com elas  para alcançar objetivos ou os objetivos mútuos.

Antes de começar a negociar, o orador ou negociador dever trocar algumas informações pessoais com seus interlocutores ou ouvintes e deve identificar eventuais semelhanças que compartilha com sua contraparte  ou auditório.

Pesquisas mostram que 90% das pessoas que adotam essa estratégia chegam a resultados bem-sucedidos. Portanto, tente identificar os pontos e o traços de semelhança que você compartilha com seu interlocutor ou contraparte, faça elogios genuínos e faça gentilizas antes de começar a falar ou negociar.

Por outro lado, as pessoas gostam de consenso. Assim, as pessoas costumam observar as ações e comportamentos das outras pessoas como guias para suas próprias ações. Portanto, demonstre ao seu interlocutor ou auditório que outras pessoas e grupos estão se comportando de tal e tal modo ou que aquiescem com seus pontos de vista. Portanto, há muitas estratégias que podem ser usadas para persuadir outras pessoas de maneira totalmente ética.

A escuta ativa é um dos componentes básicos da comunicação eficaz. O Receptor da mensagem, reforce-se, deve prestar atenção à linguagem corporal, deve participar ativamente do diálogo,  deve fazer perguntas para clarificar pontos eventualmente obscuros, deve ter empatia e observar-se para evitar que julgamentos e emoções negativos criem barreiros adicionais à compreensão da mensagem.  A escuta ativa ajuda as partes a compreender os pontos de vista do emissor e a encontrar conjuntamente as soluções  para as necessidades e desejos de ambas as partes.

A comunicação eficaz e inteligente, portanto, pode contribuir para aumentar os ganhos financeiros e fortalecer os relacionamentos profissionais, sociais e interpessoais. Então, aprender a se comunicar bem pode trazer excelentes resultados em todas as áreas e dimensões de nossas vidas, desde relacionamento entre pais e filhos a relacionamento entre empresas e organizações internacionais. A comunicação eficaz pode favorecer a criatividade e inovação de ideais, porque são habilidades vantajosas, e extremamente valiosas em nossos dias, uma vez incentiva a empatia e a cooperação.

Boas habilidades  de comunicação preparam os negociadores e os oradores em geral para apresentar argumentos, ideias, opiniões, informações e dados com clareza e propósito. Como consequência, os ouvintes irão receber e entender as mensagens de forma completa e rápida. Por tais razões, a comunicação inteligente e eficaz atende aos objetivos de comunicação do orador e do receptor, e ambos os lados ficam satisfeitos.

A escuta ativa contribui para aumentar respeito e a compreensão mútuos. Portanto, o orador ou negociador deve ser  sincero, aberto e honesto. O emissor da mensagem deve apresenta argumentos e contra-argumentos de forma respeitosa.  Deve tratar a outra pessoa da maneira que gostaria de ser tratado. Desenvolver habilidades de comunicação nos ajuda a evitar conflitos e na auxilia na melhor tomada de decisão. Em resumo, fortes habilidades de comunicação podem impactar  positivamente todos os aspectos de nossas vidas.

A comunicação bem-sucedida implica compartilhar informações e compreender os sentimentos e necessidades que as pessoas estão tentando comunicar e, desse modo, a comunicação bem-sucedida pode aprimorar as relações na vida pessoal ou profissional.

Na comunicação, as emoções desempenham um papel importante. Guiado pelas emoções, seu comportamento não-verbal afeta a compreensão de outras pessoas e como elas o entendem e percebem. Portanto, gerencia as emoções adequadamente.

Se orador e ouvinte não estiverem cientes dos sentimentos e emoções, eles poderão ser guiados para questões que os distanciam dos objetivos em jogo e não serão capazes de expressar suas necessidades e experiências. Isso pode resultar em frustração, mal-entendidos e conflitos.

A emoção tem uma influência substancial nas relações humanos e nos processos cognitivos em humanos, como percepção, atenção, raciocínio e resolução de problemas. A emoção modula o que vemos, como vemos e como reagimos, motivando, portanto as ações e os comportamentos. Assim,  gerenciamento eficaz das emoções fornece ferramentas para entender os outros, a si mesmo e as mensagens que as pessoas compartilham e processam, e como as interpretam.

As informações são eficazmente compreendidos quando entendemos  o que uma resposta emocional está comunicando. Assim, o gerenciamento adequado das emoções permite as pessoas  respondam positivamente as informações e argumentos.   Então, o gerenciamento adequado das emoções capacita as pessoas a buscar respostas  que contribuem para a resolução de conflitos e busca de soluções mutuamente satisfatórias, melhorando as relações pessoais, sociais e profissionais.

Assim, quando percebemos o papel das emoções em decisões, podemos tomar melhores decisões e ter vidas mais ricas e saudáveis. Como em qualquer outro domínio da vida,  entender o papel das emoções nos processos de comunicação nos prepara para ser melhores oradores e melhores ouvintes, porque as emoções potencializam nossas ações e respostas a eventos potencialmente conflituosos. As emoções comunicam aos outros nossos verdadeiros sentimentos e interesse. Assim, as emoções comunicam estados mentais importantes. Com consequência, os comunicadores não podem ignorar ou suprimir as respostas emocionais, mas podem gerenciá-las de forma a encontrar     respostas adequadas, visto que as emoções podem nos levar a tomar ações de que precisamos em qualquer circunstância da vida. Dessarte, o gerenciamento das emoções nos capacita tomar decisões mais eficaz para cada situação e, portanto, temos de estar cientes de como nossas emoções estão modulando nossas palavras, reações, ações e comportamentos.

As emoções comunicam necessidades não atendidas e, nesse caso, afetam negativamente os relacionamentos e os processos comunicativos em geral.

As emoções nos ajudam a identificar quando os comportamentos e atitudes precisam  mudar para que os intercâmbios de ideais e pensamento posam atingir os objetivos desejados. Portanto, os oradores e os auditórios e ouvintes precisam identificar o papel das emoções nos processo de emissão e recepção dos argumentos.

Por outro lado, estudos indicam que o orador deve apresentar contra-argumentos antes mesmo de sua contraparte apresentar seus próprios argumentos, quando o orador sabe que o ouvinte ou auditório vai se contrapor a seus argumentos de qualquer maneira e quando o ouvinte ou auditório é altamente inteligente ou sabe que seu interlocutor ira opor-se à sua posição. Nesses casos, o orador deve apresentar, antecipadamente, os contra-argumentos à sua posição.

Então, boa habilidade comunicação ajuda-nos a superar as diversidades e conflitos, a construir confiança e respeito e a encontrar resoluções criativas para os problemas. Por isso, desenvolver uma comunicação forte e eficaz deve ser uma das principais prioridades de todas a pessoas em sociedades complexas como a nossa.

A comunica inteligente e eficaz dá ênfase na comunicação, porque ouvir é essencial para a comunicação bem-sucedida em todas as esferas de nossas vidas. Assim, ouvir é uma das habilidades mais importantes e úteis que podemos desenvolver, tanto para o sucesso pessoal quanto profissional.

Dessarte, os negociadores e oradores em geral devem preparar-se adequadamente para apresentar seus argumentos de forma lógica e coerente do modo a encorajar a contraparte a cooperar na busca de soluções compartilhadas. Esteja sempre presente e demostre seu interesse na conversa. Reflita, sem rejeição, sobre o que está sendo dito. Faça perguntas esclarecedoras. Forneça feedback apropriado.

A comunicação inteligente é fundamental para viver no mundo moderno. Assim, mais do que nunca, atualmente, devemos desenvolver fortes habilidades de comunicação. As pessoas devem desenvolver habilidades de comunicação ativa e estar consciente dos efeitos da passiva nas relações humanas.

Na comunicação passiva, as pessoas evitam expressar suas opiniões ou posições, com objetivo de proteger seus direitos e obter vantagens. Os comunicadores passivos falham frequentemente em expressar suas posições, motivações e necessidades. Às vezes, um comunicador passivo não expressa suas preocupações e necessidade para evitar conflitos. Como resultado, evitam expor suas reais motivações para evitar conflitos. Assim, buscando a autopreservação, os oradores passivos não expressam suas opiniões, posições, conhecimentos ou sugestões. Não contribui com  informações úteis. Não existe clareza de informações. Não há intercâmbio de ideias e informações. O comunicador passivo evita qualquer tipo de confronto e, por outro lado, não coopera com a contraparte em busca de soluções para os problemas.

Os comunicadores passivos não compartilham seus pensamentos, motivações e interesses. Os comunicadores causam barreiras de comunicação, porque não existe troca de informações e intercâmbios de ideais. A comunicação passiva não enfrenta os problemas e conflitos.

Por consequência, o Comunicador passivo raramente se envolve  em estratégias de escuta ativa e, portanto, carece de assertividade e tem alta falta de confiança. Portanto, a comunicação passiva é prejudicial em quase todos os domínios da vida.

Com não expressam sentimentos ou necessidades, os comunicadores passivos ignoram seus próprios direitos pessoais. Como corolário, os comunicadores passivos delegam às pessoas a tomada de decisões, a fim de evitar tensões ou conflitos.

Embora indesejável, em situações de conflitos extemos, a opção de comunicação passiva pode ser um estratégia segura porque evita deterioração dos conflitos

Ao contrário da comunicação passiva, a comunicação assertiva é direta e honesta. O Comunicador assertivo respeita os sentimentos, ideias e necessidades dos outros, ao mesmo tempo em que afirma os seus próprios sentimentos, ideias e necessidades, sem ser agressivo ou deselegante.

Oradores habilidosos são respeitosos e buscam entender os pontos de vista e argumentos da contraparte. A comunicação ativa é sempre clara, objetiva, concisa e direta. A objetividade é uma excelente qualidade de uma excelente comunicação. Use palavras e argumentos que possam ser rapidamente compreendidos pela contraparte. Para isso, seja simples, claro e direto ao comunicar seus pontos de  vista ou ao expor qualquer argumento. Ademais, a comunicação ativa e inteligente almeja envolver a contraparte no processo de comunicação. Pratique a fala iterativa, considerando e levando em conta os argumentos e interesses de sua contraparte ou ouvinte.

A comunicação ativa e inteligente evita impor a contraparte seus argumentos e posições, como se fossem delas. Contrariamente, o emissor da mensagem deve sugerir e discutir posições em vez de impor. Assim, as partes devem sugerir soluções e trabalhar juntos para tentar encontrar os caminhos e meios adequados para juntos e cooperativamente encontrar as respostas. Esse processo ajuda ainda chegar a um consenso, porque as partes estão conjuntamente buscando soluções em vez de uma parte impor seu ponto de vista ao outro.

A comunicação ativa e inteligente concentra-se em buscar soluções mediante atitudes positivas. Em geral, os cérebros lidam melhor com atitudes positiva do que com as proposições negativas. Então, sempre prefira abordagens positivas a negativas ainda que conduzam aos mesmos resultados. As atitudes positivas ajudam as partes a se concentrarem nas soluções e nos problemas em si em vez de focarem nas barreiras e obstáculos. Reconheça as barreiras, mas dedique todos os esforços em investigar e descobrir as oportunidades.

 A comunicação ativa e inteligente busca moldar o futuro, porque o passado não pode ser modificado, embora possamos entender e justificar eventos e fatos do passado. As pessoas com atitudes positivas concentram-se em moldar o futuro por meio de atitudes, comportamentos e ações no aqui e agora.

Os negociadores e/ou oradores devem preparar-se para a apresentação. A primeira etapa da preparação corresponde ao processo de estruturação, planejamento e seleção de palavras e dos argumentos do discurso. No Passo seguinte, os oradores ou negociadores devem  organizar os argumentos para alcançar, o máximo impacto, de forma eficaz. Os argumentos devem ser adequadamente organizado de acordo com as etapas das negociações ou do discurso.

O negociador deve ainda usar estilo de acordo com o contexto. O Estilo da apresentação está relacionado ao processo de determinar como devemos apresentar os argumentos, incluindo a ordem de apresentação, devendo sempre preferir linguagem simples e direta.

O estilo deve ser determinado de acordo com o interlocutor, isto é, a audiência ou auditório, o tipo de apresentação e os interesses envolvidos. Em reuniões de negócios, por exemplo, os oradores devem usar estilos simples e direto.

Os argumentos devem apoiar-se em informações e dados concretos, sem apelos emocionais fortes. A linguagem tem de ser simples, para que todos possam acompanhar a exposição ou apresentação com facilidade. A linguagem simples e acessível tende a produzir comunicação eficaz.

O orador ou negociador deve preparar a negociação ou discurso de modo a priorizar a clareza e objetividade da linguagem.  Além de escolhas de palavras e argumentos adequados para cada contexto e o tipo de negociação ou auditório, os oradores ou negociadores devem usar gestos, pronúncia e tom de voz adequados para causar boa aceitação do auditório ou ouvinte.

A comunicação inteligente requer que o emissor da mensagem organize as ideais, informações e dados, isto é, o conteúdo da apresentação, de forma que seja fácil para o receptor da mensagem acompanhar com interesse e atenção.

Por outro lado, a linguagem corporal desempenha um papel importante. Segundo estudiosos, a comunicação não-verbal representa 55% do poder de persuasão da comunicação. A entonação da voz também desempenha um papel importante na comunicação. A linguagem corporal positiva se correlaciona à postura ereta e receptiva. Portanto, os negociadores e oradores em geral devem buscar o aprimoramento da linguagem corporal ao falar ou ouvir.

Portanto, a comunicação eficaz faz uso adequado das palavras e da linguagem corporal, que é mais valiosa que as palavras e entonação de voz.  O comportamento físico, as expressões faciais e gestos são formas não-verbais de comunicação. Assim, a comunicação não-verbal é algo instintivo e automático.

Dessarte, os gestos, postura, tom de voz, contato visual são canais poderosos de  transmissão de mensagens. O gerenciamento dessas habilidades de comunicação podem construir relações mais eficazes porque as pessoas transmitem mais confiança, aumentando a força persuasiva da comunicação.  Todo comunicador deve estar consciente do impacto que a sua própria linguagem corporal produz em sua contraparte ou auditório. As palavras e a linguagem corporal devem comunicar a mesma coisa, atuando de forma a inspirar confiança e estreitamente das relações. A honestidade e integridade das pessoas são percebidas por meios das palavras e das expressões não-verbais.

Como a linguagem corporal é uma linguagem automática e, às vezes, inconsciente, elas costumam transmitir os verdadeiros sentimentos e intenções dos oradores e dos comunicadores. Por isso, a linguagem corporal é um aspecto da comunicação que deve receber grande atenção dos oradores e dos ouvintes. A capacidade de entender a linguagem corporal de outrem é uma habilidade poderosa. A linguagem corporal tem um efeito poderoso quando reitera a mensagem verbal. O tom de voz, por exemplo, pode comunicar emoções, como raiva, arrogância, confiança, medo. Desse modo, como a comunicação não-verbal constitui a maior parte da comunicação geral, devemos todos desenvolver habilidades de interpretação de linguagem corporal, como expressões faciais, movimento corporal, gestos e contato visual.

Com as expressões faciais transmitem emoções como surpresa, felicidade, raiva, medo, tristeza e outras, temos de prestar especial atenção à linguagem corporal e compreender como reagimos ao que o orador está transmitindo através da linguagem não-verbal. Portanto, esteja consciente do impacto que sua própria linguagem não-verbal está comunicando ao seu interlocutor.

As expressões faciais desempenham um papel visto que ajudam na interpretação das verdadeiras atitudes e intenções do falante. Os gestos e os movimentos corporais ajudam transmitir as ideais e a expressar argumentos previamente articulados de forma eficaz. O contato visual permite que as pessoas identifiquem sinais de honestidade, hostilidade, empatia e cooperação do falante.

Como consequência, o contato visual entre os interlocutores permite criar empatia e confiança. O olho no olho é instrumento poderoso de comunicação não-verbal.

No entanto, apesar de todos esses instrumentos de transmissão mensagens, a comunicação pode falhar. Então, quando as tentativas de troca de informações falharem, porque a outra parte se recusa a fornecer as informações necessárias, a parte pode interpretar a falta de comunicação como um sinal de que a outra parte não merece confiança.

Por isso, a comunicação eficaz deve ajudar os negociadores a entender as expectativas e motivações uns dos outros para diminuir o risco de mal-entendidos.

A comunicação deve ser articulada para trocar informações e dados relevantes para que as partes possam encontrar soluções adequadas para atender os interesses e as necessidades em jogo. Por meio de comunicação eficaz, a intensificação incremental e gradual da confiança mútua contribui para as partes construírem consensos sobre as questões relevantes levantadas durante a negociação ou diálogo. As concessões mútuas também podem ser facilitadas pela comunicação, como comunicação ativa.

A comunicação deve ser articulada para evitar conflitos e incertezas sobre interesses e expectativas das partes. Portanto, o gerenciamento bem-sucedido da comunicação pode levar resultados satisfatórios. Assim, as partes devem observar os sinais verbais e não verbais que comunicam as intenções e expectativas da contraparte.

Negociações bem-sucedidas são resultado de relacionamentos em que há trocas claras de informações e indicação de que as partes se importam com os interesses de sua contraparte.

Quando percebemos que nossa contraparte não está disposta a fazer concessões que merecemos, podemos avaliar as negociações ou relações negativamente.

Em um relacionamento cooperativo e com comunicação ativa, as expectativas e concessões são equilibradas, o que geralmente leva a negociações bem-sucedidas. A comunicação adequada pode alcançar com mais cooperação, compromisso e confiança, que são importantes dimensões interpessoais e psicológicas que ajudam a construir acordos e relacionamentos vantajosos para todas as partes, porque resultam em satisfação alta e atendem as necessidades e interesses importantes em jogo.

Ademais, é importante estar consciente que as necessidades humanas são atendidas por meio de relacionamentos com as outras pessoas.  Portanto, as pessoas devem investir em habilidades de comunicação para aperfeiçoar os relacionamentos a fim de satisfazer seus interesses e necessidades. O intercambio das relações humanas servem para fomentar relações recíprocas para agregar valores e melhorar os resultados das relações e interações humanas em qualquer nível – familiar, social, profissional e comercial.

Boa comunicação conduz a relacionamentos com chances de sucesso, satisfação e comprometimento. Portanto, as habilidades de comunicação eficiente e profícua -escuta ativa e fala ativa – são a força motora por trás de uma negociação ou relacionamento eficaz.

A comunicação eficaz requer que as pessoas trabalhem com informações e dados corretos para transmitir confiança e alcançar resultados satisfatórios. Portanto, a boa comunicação precisa atender a padrões éticos. Além disso, as partes precisam transmitir as mensagens de forma  clara e certificar-se de que a contraparte compreende as mensagem da forma que o emissor desejava transmitir. Os negociadores devem atentar para a tendência humana de acreditar que as próprias interpretações que fazem dos fatos e argumentos  são sempre o entendimento correto. Entretanto, normalmente, as mensagens não são recebidas pelo interlocutor da forma desejada. Há outras fatores, como viés cognitivo e impressões pessoais,  podem dificultar o processo de comunicação.

Os julgamentos sociais são feitos com velocidade e precisão surpreendentes. Por isso, a primeira impressão é muito importante, especialmente quando as pessoas se encontram pela primeira vez. Uma pessoa geralmente leva primeiros 15 segundos para fazer julgamentos e decidir se gosta ou não da outra.  E as pessoas são muito confiantes nesses julgamentos e quase nunca dão benefício da dúvida.

Pesquisas confirmam que são necessárias oito informações positivas para alguém superar uma primeira impressão negativa. Portanto, as primeiras impressões são muito importantes, porque as impressões sociais são formadas muito rapidamente, em segundos.

Por isso, os psicólogos sociais afirmas “os primeiros segundos de uma interação entre estranhos costumam ser o período de tempo mais importante que seu relacionamento jamais terá”.

O desafio do orador ou faalante deve desenvolver todos os esforços para causar uma impressão positiva logo no início da apresentação.

Há muita informação valiosa em expressões faciais, linguagem corporal, gestos e outros comportamentos que os oradores expressam, inconscientemente ou não.

Os vieses cognitivos são um pouco problemáticos porque muitos deles são inconscientes. Por isso, os negociadores devem identificar os próprios vieses, porque essa estratégia pode ajudar a tomar decisões melhores e mais informadas.

Um viés cognitivo é uma ideia preconcebida de alguém ou algo, com base nas informações preexistentes, conscientes ou não. Esses preconceitos são estratégias inerentes ao cérebro humano para facilitar o processamento de informações  e, portanto, podem ajudar a compreender os eventos do mundo circundante e facilita a tomada de decisões.

O viés de confirmação é uma preferência por informações que confirmam um preconceito, em vez de informações que o desafiam. Assim, de acordo com os psicólogos socais, as pessoas se concentram principalmente em confirmar evidências e acabam perpetuando os estereótipos, preconceitos e as expectativas sociais que eles possuem,. Assim, os vieses de confirmação apresentam consequências importantes porque têm implicações reais sobre as pessoas sobre quem mantemos a expectativa. Portanto, as expectativas sociais afetam as relações interpessoais e processos de comunicação e trocas de mensagem.  As expectativas que os indivíduos e grupos possuem com os outros afetam poderosamente os processos de comunicação, incluindo intercambio de ideais.

O viés de percepção seletiva significa que o destinatário tende a considerar apenas os elementos que corroboram seu julgamento inicial.

Os muitos tipos de vieses cognitivos conduzem a erros sistemáticos no modo de pensar subjetivo de uma pessoa, uma vez que as informações oriundas desse modo de pensar podem conter erros e levar a decisões ruins. Portanto, no processo de comunicação, os vieses cognitivos devem ser adequadamente compreendidos porque  os vieses influenciam e afetam a maneira como pensamos e nos comportamos, bem como nosso processo de tomada de decisão.

Os preconceitos dificultam a troca de informações precisas e comprometem os resultados as negociações, visto que vieses cognitivos distorcem nosso pensamento crítico e, portanto, conduz a resultados prejudiciais para todas as partes envolvidas. Assim, ao compreender como os vieses cognitivos interferem nos processos de comunicação, os negociadores e comunicadores podem se capacitar a buscar melhores dados e informações que podem levá-los resultados mais precisos. Portanto, o primeiro passo para melhorar a comunicação é tornar-se conscientes dos vieses cognitivos e preparar para desafiar suas próprias crenças. Tente trabalhar com menor quantidade de informações e de melhor qualidade para reduzir os erros cognitivos, como viés de confirmação, viés de grupo, erro de atribuição fundamental, viés retrospectivo, viés de ancoragem, Viés do status quo, viés de otimismo e viés de pessimismo.

Para atenuar os efeitos dos vieses cognitivos, preste atenção em todas as informações que estão comunicadas, expressamente ou não. Não interrompa e permita que o orador termine de expressar suas ideias e argumentos. Esteja aberto à perspectiva do outro, incentive o respeito e a compreensão mútua na comunicação. Portanto, esteja presente durante a conversa inteira, sem distrações e interrupções. Preste atenção nas palavras e entonação de voz.  A linguagem corporal é também extremamente valiosa, porque as informações não verbais são comunicadas o tempo todo.

Ademais,  os negociadores, e oradores em geral, devem adotar elevado padrão ético, porque atuar de forma ética é a melhor demonstração de respeito ao interlocutor ou negociador.

Não subestime sua contraparte. As consequências de comportamentos antiéticos, como mentir, podem ser desastrosos para os relacionamentos.  Comportamentos antiéticos podem arruinar a reputação das pessoas e destruir os relacionamentos. Portanto, seja transparente, não minta nem blefe.

As partes em uma negociação, por exemplo, precisam celebrar um acordo e devem ao mesmo tempo se comprometer a cumprir os acordos em seus precisos termos.

A comunicação ativa prepara o ouvinte para captar todas as dicas expressas ou não, desde a linguagem corporal até a entonação, o ritmo da fala e outros comportamentos de expressão de informações contextuais.

A comunicação passiva, como uma carta, e-mail ou texto escrito,  deve ser muito clara e objetiva. A comunicação por escrito requer muita clareza e objetividade, porque o leitor ou destinatário da mensagens não dispõem de qualquer outra componente de comunicação, como linguagem corporal, gestos, entonação de voz e contexto.

A comunicação escrita apresenta desafios adicionais. Sem os recursos da linguagem falada, o desafio da comunicação escrita é tentar antecipar  como a outra parte vai receber e interpretar sua mensagem. Assim, as falhas de comunicação podem aumentar na linguagem escrita. Por isso, orador deve mante uma comunicação escrita neutra, objetiva. direta razoavelmente curta, factual, sem apelas emotivos, e com um tom apropriado para tipo de situação.

Ao se comunicar de forma eficaz em qualquer esfera ou domínio da vida, é recomendável que o orador ou emissor se expresse com propósito e clareza. Use empatia e esteja consciente de que a comunicação inteligente e eficaz pode contribuir para transformar vidas e encontrar soluções adequadas para qualquer dimensão das relações humanas.

Por fim, organize o conteúdo da mensagem que deseja comunicar. Certifique-se de que as informações são transmitidas de forma simples e direta, empregando linguagem apropriada para cada público. Mais uma vez, os oradores e ouvintes devem estar consciente do poder da comunicação da linguagem corporal. Seja espontâneo, assertivo e confiante, mas evite intimidar o auditório ou ouvinte.  

Publicado por Vagney Palha de Miranda

VAGNEY PALHA DE MIRANDA, Bacharel em Direito Pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Especialista em Direito Constitucional, Direito Tributário e Direito Processual. Especialização em Credencial de Liderança Pública, Harvard Kennedy School; Aprenda inglês: Gramática e Pontuação avançadas, Universidade da Califórnia, Irvine; Raciocínio, Análise de Dados e Escrita, Universidade de Duke; Inglês Acadêmico: Redação, Universidade da Califórnia, Irvine; Negociação, Mediação e Resolução de Conflitos, ESSEC Business School, Paris; Habilidades de Comunicação em Inglês para Negócios, Universidade de Washington; Direito de propriedade intelectual, Universidade da Pensilvânia; Fundamentos da Psicologia Positiva, Universidade da Pensilvânia. Bom com palavras: Redação e Edição, Universidade de Michigan (Michigan Law School) Cursos de direito Comparado: Constituição Escrita da América, Universidade de Yale; Constituição não Escrita da América, Universidade de Yale. Introdução aos Principais Conceitos Constitucionais e Casos da Suprema Corte, Universidade da Pensilvânia. Uma Introdução ao Direito Americano, Universidade da Pensilvânia - PENN Law School; Direito Internacional em Ação: Investigando e Processando Crimes Internacionais, Universidade de Leiden; Direito Internacional em Ação: A Arbitragem de Disputas Internacionais, Universidade de Leiden, Holanda. Direito Internacional em Ação: Um Guia para as Cortes e Tribunais Internacionais de Haia, Universidade de Leiden, Holanda; Chemerinsky Curso de Direito Constitucional - Direitos e liberdades individuais, University of California, Irvine. Economia: Princípios Econômicos, 2017 Stanford University

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